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Mas, porquê a designação de “mouras encantadas”?

Esta designação remonta à época do domínio árabe (mouro), na Europa Ocidental. Em Portugal, o domínio árabe inicia-se no ano de 711 e só em 1249 se desvanece por completo (em 1249, D. Afonso III toma Faro, Albufeira, Porches e Silves, marcando o fim da reconquista portuguesa; segue-se uma guerra entre Portugal e Castela pela posse do Algarve, que termina em 1253, com o Tratado de Paz).

Fazendo as contas, são mais de 5 séculos de influência da cultura árabe.[YouTube=http://www.youtube.com/watch?v=bznOHTP0vNk]

Qual a origem das lendas da Princesa Moura?

Origem da Princesa Moura

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São necessários sete dias, aproximadamente, para a Lua ir de uma fase a outra,
e parece que esse foi o motivo para a semana ter sete dias
.

Esta divisão era, ainda na antiguidade, quase universal.

Na Roma antiga era chamada “Septmana”-sete manhãs. Os babilônios talvez tenham sido os primeiros a utilizá-las.

 Eles deram como nomes desses dias os mesmos dos planetas que conheciam (os cinco planetas visíveis a olho nu que conhecemos hoje, acrescidos do Sol e da Lua).

Esta prática, muito antiga, já era usada pelos babilônios. Foi adotada pelos romanos e outros povos europeus influenciados por estes.

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Em espanhol e em francês foi alterada a nomenclatura do domingo e do sábado;a justificativa é a mesma da língua portuguesa (A Editar)

Na língua saxã, Tiw, Wonden, Thor e Friga representam os deuses correspondentes na mitologia nórdica a Marte, Mercúrio, Júpiter e Vênus.

Esta língua influenciou as línguas inglesa e alemã.

Os dias da semana estão ordenados da seguinte maneira:

 dia do Sol , dia da Lua, dia de Marte, dia de Mercúrio, dia
de Júpiter, dia de Vênus e dia de Saturno.

Notamos que aparentemente esta ordem não tem nenhum sentido. No sistema aristotélico, a ordem de afastamento dos “planetas” da Terra era: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno.
Esta ordem foi corretamente deduzida pela velocidade destes astros na esfera
celeste.
Esta origem atribui-se ao hábito, na antiguidade, de dedicar-se cada hora e cada dia a um planeta que influenciaria esta hora ou este dia.

Os planetas eram ordenados do mais afastado para o mais próximo; o planeta que influenciaria a primeira hora do dia era também o planeta daquele dia.
 

Por exemplo: o dia em que sua primeira hora fosse atribuída ao Sol era obviamente
“dia do Sol”, a segunda hora, a Vênus, a terceira, a Mercúrio, a quarta, à Lua,
a quinta, a Saturno, a sexta, a Júpiter, e a sétima, a Marte. Aí se repetia
o ciclo; a oitava ao Sol, e assim por diante.

Para saber qual seria a primeira hora (e as seguintes) do dia, e conseqüentemente o “planeta do dia”, usava-se a “estrela dos magos”, ou heptacorda, uma figura cabalística.

Sete dias na semana II

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Em Roma, a figura da mulher passou a ser a deusa Iustitia (ou Justitia), de olhos vendados, que, com as duas mãos, segurava uma balança, já com o fiel ao meio. Quer dizer, Iustitia era a deusa romana que personificava a justiça. Equivalia, a deusa Diké na Grécia, diferindo dela por aparecer de olhos vendados, simbolizando a imparcialidade da justiça e a igualdade dos direitos. Seus olhos são vendados (para ouvir bem) e segura uma balança com as mãos ( bem firme).
A deusa deve estar sempre de pé durante a exposição do
Direito (jus), enquanto o fiel (lingüeta da balança indicadora de equilíbrio) deve ficar no
meio, totalmente na vertical, direito (directum).
Os romanos objetivavam, destarte, alcançar a prudência, que para eles significava o equilíbrio entre o abstrato (o ideal) e o concreto (a prática).

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Os povos antigos sabiam, de alguma forma, da existência de um planeta “anômalo”, assim como os sumérios, que descreviam a órbita desse planeta, que leva 6.666 anos terrestres para percorrer uma órbita elíptica em torno de seu Sol. Esse Sol é chamado esotericamente de Sol Tylar, e seria a mesma estrela Barnard, e Hercólobus seria o planeta Barnardo I, fazendo um “laço” à volta dos planetas exteriores. Os sumérios o chamavam de Nibiru. Os Babilônios o rebatizaram de Marduk, em homenagem ao seu Deus nacional. Também conhecido como Hercólobus ou Hercólubus. Os sumérios dizem que o planeta era habitado pelos Anunnaki, também conhecidos como Nefilim, que utilizavam a órbita singular do planeta como um observatório em movimento.

Será Hercólobus o Anjo Executor do planeta Terra? Quem viver, verá. E quem “morrer”, se salvará!!!

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Recentemente a UNICEF elaborou um ranking dos países com mais alta mortalidade infantil; por mortalidade infantil, entende-se a morte de crianças até aos cinco anos, quer por causas neo-natais, quer por doença. O “pódio” está assim formado:
1º SERRA LEOA : 270 por mil;
2ºANGOLA : 260 por mil;
3ºAFEGANISTÃO :257 por mil.

Do Afeganistão, ressalta a herança taliban que proibia os cuidados de saúde às mulheres; de Angola, causa-nos uma revolta maior quando se sabe as infra-estruturas que deveriam ser criadas com a riqueza do petróleo, diamantes,etc., que alimenta a oligarquia do MPLA; da Serra Leoa, a miséria comum a outros países africanos.
A Suécia, Singapura e San Marino têm a taxa mais baixa de 3 por mil; Portugal apresenta um excelente 167º (em 189) lugar com 5 por mil.
Outros países de expressão portuguesa:Guiné-Bissau em 11º com 200 por mil; Moçambique em 22º com 138 por mil; São Tomé em 43º com 96 por mil; Timor em 65º com 55 por mil; Cabo Verde em 83º com 34 por mil.

Estes dados referem-se a 2006. O Relatório realça os progressos de Timor, Nepal, Malawi, Cabo Verde e Índia. Esperemos que os responsáveis timorenses continuem os objectivos de diminuir o mais possível a mortalidade infantil , esforço notável tendo em conta as frágeis condições do jovem País. Em contraponto, Angola tem grandes recursos que são criminosamente negligenciados.
Ao todo, por dia, morrem no Mundo 26 mil crianças.
É nosso dever procurar ajudar com meios financeiros e outros este grande drama.

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Steven Spielberg anunciou que não aceitava ser conselheiro artístico para os Jogos Olímpicos de Pequim em protesto pela política de apoio do regime Chinês ao governo do Sudão responsável pela tragédia do DARFUR.
Esta notícia passou praticamente despercebida, relegada para os cantos dos jornais, e houve até quem se pronunciasse contra a intromissão da política no “ideal” Olímpico.
É mais uma prova de que a comunicação social europeia está enterrada na lama da hipocrisia até à raíz dos cabelos.
Não se admite que se ponha em causa a verticalidade de quem faz valer a sua voz ou estatuto contra o genocídio racista islâmico do Darfur, a maior tragédia no mundo actual, nas palavras insuspeitas de António Guterres, Alto Comissário da ONU para os Refugiados.
Mais de 200 mil mortos e cerca de 3 milhões de refugiados no deserto são motivos mais do que suficientes para condenar o Governo do Sudão e quem o apoia- e a China é um dos principais compradores de petróleo e apoiante de Khartum.
Na Europa, este genocídio é criminosamente esquecido, sob a paranóia do anti americanismo Bushista.
Nos EUA, figuras públicas como George Clooney, Mia Farrow e Spielberg alertam, com o seu peso, para este drama.
A Europa não pode arrogar-se o exemplo da defesa dos Direitos Humanos (vidé Guantanamo), quando atira para o lixo o genocídio de pessoas indefesas.


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Será que foi assim???? Hummmm, creio que não!!!

Vou tentar achar outra explicação e já volto 🙂

melita

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