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Livro traz nova visão da expansão marítima portuguesa: “The Portuguese Oceanic Expansion, 1400-1800″

A editora da Universidade de Cambridge publicou o livro “The Portuguese Oceanic Expansion, 1400-1800″ (”A Expansão Oceânica Portuguesa, 1400-1800″, em tradução livre), que pretende ser “uma visão global e atualizada” das navegações portuguesas, já que as sínteses disponíveis em inglês são antigas ou só cobrem períodos curtos, como os séculos XV e XVI.

 

A afirmação é do professor Francisco Bethencourt, do King’s College de Londres e co-editor da obra com Diogo Ramada Curto, do European University Institute de Florença (Itália).

 

O livro pretende apresentar as mais recentes pesquisas de especialistas de diversos países, deixando de lado as perspectivas nacionalistas, para o qual contou com pesquisadores de várias nacionalidades e que trabalham em várias universidades.

 

Entre esses centros de ensino estão a Universidade de Sorbonne (Paris), a de Lisboa, a de Tecnologia de Sydney, a de Montreal ou as americanas Johns Hopkins, Yale e a de Boston.

 

“Pela primeira vez integramos, além disso, a literatura e as artes nesse tipo de história geralmente dominada pela política e pela economia”, diz Bethencourt.

 

Uma grande parte do livro é dedicada ao “mundo cultural”, dividida em capítulos como a cultura colonial e imperial portuguesa, a linguagem e a literatura no império português, a expansão e as artes, e a ciência e a tecnologia.

 

Portugal e Espanha

 

Sobre as diferenças essenciais entre os impérios de Portugal e da Espanha, Bethencourt afirma que esse último “era relativamente mais centralizado do que o português, onde o poder dos capitães e governadores de província era maior”.

 

“O império português era, além disso, mais corporativo e clientelista: o rei utilizava habitualmente os postos administrativos e militares para premiar serviços ou manter fidelidades”.

 

Os diferentes modelos de expansão dos dois impérios – penetração e ocupação territorial ou estabelecimento comercial nas zonas litorâneas – podem ser explicados pelas possibilidades locais, segundo Bethencourt.

 

“Foi Hernán Cortés quem concebeu a idéia de um império territorial espanhol, em contraste com um império português de tipo comercial”, afirma o professor.

 

Brasil, África e Ásia

“O fato é que o império português foi territorial no Brasil, comercial na África, com alguma expansão territorial em partes da atual Angola e Moçambique, e comercial também na Ásia, embora com expansão territorial no …/…

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O único país da Europa a realizar referendo sobre o Tratado de Lisboa, pode colocar em causa a sua existência. Enquanto o «não» vai conquistando votos, há uma taxa de 47 por cento de indecisos

A Irlanda terá dificuldades em decidir aprovar o tratado de Lisboa.

Se nos tentarmos pôr na pele “Irlandesa” que pensaríamos?

Que garantias dá Portugal política e economicamente a Países como a Irlanda, sobre o melhorar a vida dos europeus, quando Portugal é o País mais desigual e quase o mais pobre da Europa, apesar de estar à tantos anos na EU?

Portugal não decidiu. Os políticos  decidiram apesar da promessa de referendar.
Para a Irlanda, todos estas realidades valerão por mil palavras, tornando-os mais adeptos do “não”

A Irlanda é um POVO verdadeiramente democrático, aplicou bem os fundos da UE e hoje estão no topo das economias.

E Portugal que não sai da cauda da Europa, conseguindo estar já atrás até de novos membros?

A imagem que Portugal terá no mundo das novas democracias, tornará difícil fazer alguém  acreditar na Política Portuguesa e nos seus representantes ao longo de décadas…

O tratado ter sido em Lisboa talvez tenha sido a sorte dos Irlandeses, para questionarem a sua mais valia para a Irlanda e só o assinarem em consciência…

 A táctica das letrinhas pequeninas, impossíveis de ler a olho nu, na Irlanda não passam despercebidas, como em Portugal, que só depois da casa roubada, metem trancas nas portas… 

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Alentejo: perseguição aos ciganos

 

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EmConfissões, livro escrito em 1766, Jean-Jacques Rousseau atribui a frase a uma “grande princesa” e nessa data Maria Antonieta tinha 10 anos e vivia em Viena. Mas interessa-me a frase porque prova que o estômago vazio é que dá horas às revoluções, não a falta de liberdade.

 

O povo de Paris foi cercar o palácio de Trianon, protestando pelo preço do pão, primeiro, e só mais tarde é que decidiu libertar os presos da Bastilha. Segundo o Banco Mundial, o preço dos bens alimentares subiu 83% nos últimos três anos.

 

Para explicar o drama global, nada como a língua global: em inglês, esfomeado (hungry) e revoltado (angry) são palavras próximas na escrita e pronunciam-se de forma ainda mais parecida.

 

Entre o engolir em seco e as barricadas vai um intervalo mais curto que uma digestão saudável.  

 O PÃO, O BIOCOMBUSTÍVEL DAS REVOLTAS   Ferreira Fernandes jornalista ( D.N. )  

 

A economia global tinha como fundamento a prosperidade dos povos e o desenvolvimento a nível global, mais emprego, mais produção, mais riqueza distribuída, menos pobreza, menos miséria.

 

Mas afinal acabou por ser aproveitada para inflacionar os preços, criando riqueza absurda nos ricos já afortunados pela vida, e mais pobreza, mais fome, mais guerras, mais mortes, mais revoltas, desânimo, e aqui e agora começa um novo ciclo mundial.

 

A revolta pelo direito ao pão, que como na economia, vai ser global.  Temos um mundo ao contrário, onde não há fadas, nem varinhas mágicas, nem felicidade. 

Os políticos mundiais (uma maioria de corruptos, durante anos e anos…deu o resultado que temos hoje no mundo – fome e ameaça de fome) desta vez vão ter que transformar as bombas, os canhões, os aviões de guerra, navios de guerra, foguetões, metralhadoras, granadas, em pão. 

É urgente que o façam. Pois a revolta pode bater de novo á porta.

 

 

 

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[YouTube=http://www.youtube.com/watch?v=-9rg98zLw6U]

 Carta aberta ao Sr. Alberto João Jardim

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