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Archive for the ‘pensamentos’ Category

Algo está a acontecer; algo está em movimento a uma velocidade vertiginosa e em poucos anos estará a contaminar a medicina, a educação, as ciências sociais, inclusive a política e caracteriza-se por ser fluído e não autoritário e por resistir a criar estruturas rígidas e hierárquicas.

 

 

Este ‘algo’ não é mais que o espírito de Aquário e as suas energias uranianas que começam a manifestar-se no mundo e a modificar as estruturas da sociedade.

 

Embora o eixo da Terra ainda não aponte directamente para o signo de Aquário, as suas influências já se fazem sentir e, certamente, têm muito a ver com esta mudança de paradigma que se está a levar a cabo e que vai, pouco a pouco, introduzindo novos valores na sociedade actual

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O modelo da flexisegurança tal como existe na Dinamarca é tarefa difícil implementá-lo em Portugal uma vez que não tem as condições mínimas necessárias para a implementar, dinheiro público suficiente para investir em protecção, trabalhadores qualificados e hábitos de diálogo social gerador de consensos. A ideia foi defendida,por Monteiro Fernandes, responsável pelo Livro Banco de Relações Laborais.


Para desmentir a ideia de que a flexisegurança nórdica pode ser trazida para Portugal, Monteiro Fernandes desmontou os pilares básicos do conceito, à luz da realidade nacional. Em primeiro lugar, os trabalhadores continuam a ter um baixíssimo nível escolar, a formação não os dota das competências necessárias e a aprendizagem ao longo da vida é uma “miragem”. Isto apesar dos “muitos milhões de euros” gastos sem benefício, um desperdício “capaz de despertar revolta”, disse.

Ainda, o controlo do défice “estreitou mais do que alargou a margem de manobra para políticas custosas”. Ou seja, Portugal gasta pouco dinheiro nas políticas implícitas na flexigurança protecção no desemprego e políticas activas, como apoios à contratação (”não conheço ninguém que tenha sido colocado num emprego por intermédio dos serviços públicos”) ou a formação profissional.

Mas se transpor para Portugal um modelo semelhante ao nórdico esbarrará em todas estas dificuldades, o certo é que o país já tem em prática uma certa medida de flexigurança. Por exemplo, as várias possibilidades de flexibilidade nos horários de trabalho e funções já previstas na lei actual mas que não são usadas pelas empresas, referiu Monteiro Fernandes.

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Desejo Ir

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Existe em cada um de nós pelo menos um desejo.

Eu desejo ir.

Mais além, para a estrada e rodar.

Ir e conhecer.

As paisagens e as gentes que a vida não me dará tempo, para tudo ver.

Desejo ir. E conhecer.

Conhecimento quero ter.

Quero Ir e Partir.

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São necessários sete dias, aproximadamente, para a Lua ir de uma fase a outra,
e parece que esse foi o motivo para a semana ter sete dias
.

Esta divisão era, ainda na antiguidade, quase universal.

Na Roma antiga era chamada “Septmana”-sete manhãs. Os babilônios talvez tenham sido os primeiros a utilizá-las.

 Eles deram como nomes desses dias os mesmos dos planetas que conheciam (os cinco planetas visíveis a olho nu que conhecemos hoje, acrescidos do Sol e da Lua).

Esta prática, muito antiga, já era usada pelos babilônios. Foi adotada pelos romanos e outros povos europeus influenciados por estes.

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Em espanhol e em francês foi alterada a nomenclatura do domingo e do sábado;a justificativa é a mesma da língua portuguesa (A Editar)

Na língua saxã, Tiw, Wonden, Thor e Friga representam os deuses correspondentes na mitologia nórdica a Marte, Mercúrio, Júpiter e Vênus.

Esta língua influenciou as línguas inglesa e alemã.

Os dias da semana estão ordenados da seguinte maneira:

 dia do Sol , dia da Lua, dia de Marte, dia de Mercúrio, dia
de Júpiter, dia de Vênus e dia de Saturno.

Notamos que aparentemente esta ordem não tem nenhum sentido. No sistema aristotélico, a ordem de afastamento dos “planetas” da Terra era: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno.
Esta ordem foi corretamente deduzida pela velocidade destes astros na esfera
celeste.
Esta origem atribui-se ao hábito, na antiguidade, de dedicar-se cada hora e cada dia a um planeta que influenciaria esta hora ou este dia.

Os planetas eram ordenados do mais afastado para o mais próximo; o planeta que influenciaria a primeira hora do dia era também o planeta daquele dia.
 

Por exemplo: o dia em que sua primeira hora fosse atribuída ao Sol era obviamente
“dia do Sol”, a segunda hora, a Vênus, a terceira, a Mercúrio, a quarta, à Lua,
a quinta, a Saturno, a sexta, a Júpiter, e a sétima, a Marte. Aí se repetia
o ciclo; a oitava ao Sol, e assim por diante.

Para saber qual seria a primeira hora (e as seguintes) do dia, e conseqüentemente o “planeta do dia”, usava-se a “estrela dos magos”, ou heptacorda, uma figura cabalística.

Sete dias na semana II

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Será desta que os corruptos vão pró espaço?

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Diamantes podem ser raros na Terra, mas são surpreendentemente comuns no espaço, segundo novas descobertas realizadas pelas lentes infravermelhas ultra-sensíveis do telescópio espacial Spitzer, informou a Nasa.

A busca por diamantes no espaço começou na década de 1980, quando foi descoberta a presença desses fragmentos de diamantes em meteoritos que caíram na Terra. Segundo os cientistas, 3% dessas rochas eram formadas por nanodiamantes. De acordo com os astrônomos Nasa, se os meteoritos são realmente um reflexo do conteúdo encontrado no espaço, apenas um grama de poeira e gás cósmico pode conter mais de 10 mil trilhões de nanodiamantes. A questão sempre foi a seguinte: se os nanodiamantes são abundantes no espaço, por que não conseguíamos visualizá-los?”disse Charles Bauschlicher, do Ames Research Center, já respondendo a pergunta. “A verdade é que nós não sabíamos o suficiente sobre as propriedades infravermelhas desses elementos para detectá-los”, explicou. Agora, também com ajuda do Spitzer, os cientistas esperam aprender mais sobre o comportamento dos diamantes espaciais.(Redação Terra) Eu responderia…”porque nunca existiu tanta necessidade, de a terra se libertar dos corruptos, que são cada vez mais e mais corruptos”

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