Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for the ‘História’ Category

Diz-se que a amazónia é do Brasil…e muito bem.
Mas talvez seja bom lembrar que o Brasil era dos ÍNDIOS…

Hoje em minoria em relação aos Brasileiros de que lhes serve protestar???
Será  o futuro reservado a Portugal e á sua Lingua?
Economia espanhola…Lingua Brasileira…Portugueses cada vez menos em Portugal…
O dilema dos Índios…Alguém no mundo se preocupa com a sua origem e o seu Património?

Tribos amazónicas protestam contra barragens hidroeléctricas

Projecto prevê construção numa das maiores reservas indigenas do país

Tribos da Amazónia reúnem-se segunda-feira na maior manifestação dos últimos vinte anos, em Altamira, Brasil, contra a construção de barragens hidroeléctricas numa das maiores reservas indígenas do país, avançou à Lusa uma organização envolvida no protesto.

Fiona Watson, da organização internacional de defesa dos povos indígenas «Survival», sedeada no Reino Unido, disse à Agência Lusa que «mais de mil índios de várias etnias, populações ribeirinhas e agricultores» vão participar no protesto entre 19 e 23 de Maio, em Altamira, Estado do Pará, nordeste do Brasil.

A manifestação pretende, segundo a coordenadora da Survival para o Brasil, a «interrupção imediata da construção de barragens hidroeléctricas no Parque Nacional Xingu», uma das maiores reservas indígenas do Brasil, com 2,64 milhões de hectares e onde vivem milhares de indígenas.

Impacto ambiental

Além do «grave impacto ambiental» na região, explicou, as tribos temem que a construção das barragens ao longo do rio Xingu – um dos principais afluentes do rio Amazonas – destrua o «seu modo de vida, acabe com os recursos necessários à sua sobrevivência e cause problemas de saúde».

«Queremos conservar peixes, fauna e flora, queremos que o rio esteja limpo. Não se trata de impedir o progresso do país. Limitamo-nos a defender o nosso direito à vida, à nossa terra e ao nosso modo de vida», declarou uma das tribos indígenas da região, os Ikpeng, numa nota divulgada pela Survival.

Fiona Watson explicou que o Governo brasileiro tem vindo a construir «pequenas unidades hidroeléctricas próximas da reserva indígena» e planeia desenvolver «projectos de maiores dimensões em toda a bacia amazónica até 2030», como a polémica barragem de Belmonte, uma das maiores do mundo.

«Efeitos desastrosos

«Estudos de impacte ambiental de organizações internacionais prevêem efeitos desastrosos causados pelas inundações», disse Fiona Watson.

Do lado social, explicou, os alagamentos «destruiriam os recursos naturais e a terra utilizada para a agricultura de subsistência».

Lembrou também que, para construir barragens, é necessária uma «infra-estrutura de estradas e muitos trabalhadores», que «importam doenças para as quais a população local não tem resistência».

Manter as aparências

No relacionamento com os indígenas, Fiona Watson acusou o Governo de Lula da Silva de fazer «muita coisa para manter as aparências», sublinhando que, «na prática», são tratados «como obstáculos ao progresso».

«O Governo não entende a questão indígena. Só pensa num modelo que destrói os recursos naturais de uma minoria, a favor dos interesses de uma elite e dos fazendeiros», lamentou.

A responsável lembrou que os cerca de 500.000 indígenas no Brasil são «uma minoria da minoria» dentro da população brasileira.

É bom que Portugal veja o que acontece no mundo a quem se cala por falta de não saber lutar e confiar…

Que direito tem o Brasil – Brasileiro, de não escutar os Índios que são PARTE  das suas ORIGENS, assim como Portugal não escuta os Portugueses nem os consulta nas decisões que se tomam para um futuro sem retorno…

Portugal é hoje um País pobre e a perder a sua juventude…para o exterior.

Portugal é um País pobre e a receber imigrantes sem poder custear ou dar-lhes condições de vida porque é um País sem desenvolvimento..

Não havendo emprego para Portugueses, que acabam por emigrar  ao receberem imigrantes que chegam  para o desemprego,  naturalmente que a taxa de criminalidade tem de aumentar…

Não se entende até onde Portugal irá…assim…

 Petição da Lingua Portuguesa
O acordo foi feito  por Portugal, Brasil,Caboverde e S.Tomé…
Onde está a aceitação de Angola, Moçambique, Timor, Macau, Goa, Damão, Dio, filhos dos Emigrantes Portugueses, etc…

 

Read Full Post »

Calculo que “Camões” já terá  as malas feitas para emigrar…e os impulsionadores dos tratados até hoje…contentes com a sua saída…

O “10 de Junho”, o  “Dia da Língua Portuguesa” Dia de Camões e Dia de Portugal…foi politicamente negociado, sem pensar no futuro de Portugal nem do Brasil.

É Portugal e os seus ilumidados …Camões não mereces o POVO que tens, que te deixa por tão pouco…

Tudo indica que o teu dia se “esfumará” dentro de anos, assim como PORTUGAL…

 

O dia da Lingua Portuguesa o dia 5 de Novembro…

Claro que sem “CAMÔES” mas com “Rui Barbosa” (o grande defensor Brasileiro  da Lingua Portuguesa…)

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) -, segundo o seus detractores, que decidiu instituir o 5 de Novembro como o “Dia Nacional da Língua Portuguesa” em homenagem a Rui Barbosa, um grande defensor da Língua e grande académico brasileiro.

Entretanto…já em 2006:

O portal cabo-verdiano “recordava que até há pouco o 10 de Junho além de ser o Dia de Portugal, era-o, também, o de Camões e da Língua Portuguesa, comummente aceite não só em Portugal como nos Palopianos “…/…

clica

 www.salteadoresdaarca.com

Read Full Post »

Dirão alguns: “È GALO…”!!! Claro que não!!!  Talvez não seja por mero acaso que exista o GALO DE BARCELOS ,  como  um dos símbolos de Portugal …

 

Esqueceram que a União faz a Força…é básico para bem das ditas “democracias” o Povo ser coeso e atento…

 

Enquanto Portugal for dividido e desatento…  estará sempre em rumos incertos  e que, por azar ou tradiçãoNunca serão rumos favoráveis…

 

É Galo.!?

 

 

A Justiça… Lenda do Galo de BARCELOS

 

Barcelos, pequena cidade banhada pelo rio Cávado, é famosa pelo artesanato de olaria e cerâmica, sobretudo pelo tradicional galo de Barcelos, que se tornou um símbolo nacional. A sua origem é atribuída a uma lenda: um peregrino inocente, ao preparar-se para deixar a vila, foi acusado de roubar e condenado a morrer na forca. Proclamou a sua inocência ao juiz, que se preparava para iniciar uma refeição de galo assado, e disse que o galo cantaria para provar que não tinha roubado. O juiz não o acreditou mas, no momento em que iam enforcar o peregrino, o galo ergueu-se e cantou. Felizmente, o juiz ainda foi a tempo de salvar o homem.

 

 

È PORTUGAL…?

È Galo na certa…

 

www.salteadoresdaarca

 

Read Full Post »

Se não concordas com a alteração da LINGUA PORTUGUESA que é um património de Portugal e dos Portugueses…

Assina a Petição online em www.Salteadoresdaarca.com

 

Read Full Post »

Vitorino hoje disse na RTP 1: Não se pode TABELAR O Pão…porque os ricos também comem pão!!!

Ricos deste País…COMAM CAVIAR e salvem PORTUGAL da FOME!

 

www.salteadoresdaarca.com

 

 

Read Full Post »

Padre António Vieira : ” a única riqueza de Portugal seria a lingua”

[YouTube=http://www.youtube.com/watch?v=RD2Z_1NLjB0]

Passado recente e…

[YouTube=http://www.youtube.com/watch?v=S9Qn-ROe40E]

www.salteadoresdaarca.com

 

Read Full Post »

O modelo da flexisegurança tal como existe na Dinamarca é tarefa difícil implementá-lo em Portugal uma vez que não tem as condições mínimas necessárias para a implementar, dinheiro público suficiente para investir em protecção, trabalhadores qualificados e hábitos de diálogo social gerador de consensos. A ideia foi defendida,por Monteiro Fernandes, responsável pelo Livro Banco de Relações Laborais.


Para desmentir a ideia de que a flexisegurança nórdica pode ser trazida para Portugal, Monteiro Fernandes desmontou os pilares básicos do conceito, à luz da realidade nacional. Em primeiro lugar, os trabalhadores continuam a ter um baixíssimo nível escolar, a formação não os dota das competências necessárias e a aprendizagem ao longo da vida é uma “miragem”. Isto apesar dos “muitos milhões de euros” gastos sem benefício, um desperdício “capaz de despertar revolta”, disse.

Ainda, o controlo do défice “estreitou mais do que alargou a margem de manobra para políticas custosas”. Ou seja, Portugal gasta pouco dinheiro nas políticas implícitas na flexigurança protecção no desemprego e políticas activas, como apoios à contratação (”não conheço ninguém que tenha sido colocado num emprego por intermédio dos serviços públicos”) ou a formação profissional.

Mas se transpor para Portugal um modelo semelhante ao nórdico esbarrará em todas estas dificuldades, o certo é que o país já tem em prática uma certa medida de flexigurança. Por exemplo, as várias possibilidades de flexibilidade nos horários de trabalho e funções já previstas na lei actual mas que não são usadas pelas empresas, referiu Monteiro Fernandes.

 www.salteadoresdaarca.com

Read Full Post »

Older Posts »