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Archive for the ‘Farol’ Category

Vida

Vida

Quantas vezes já nos vimos ?

Estivemos juntos quantas horas, dias, noites ?

Tantos desencontros que a vida nos leva a ter,

Depois de tantas verdades e desenganos !

Tantas são as vontades !

Como espelhos que refletem outras miragens !

Ao descer a tua rua, vejo-a deserta, dorme, descansa….

Amanhã virá …. outro dia nascerá…..

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……As regiões planas do interior são essencialmente constituídas por terrenos agrícolas, com excepção de algumas zonas ligeiramente acidentadas, e por grandes áreas de pântanos e lagos. A oeste erguem-se montanhas costeiras que atingem, por vezes, mais de 1 000 m de altitude. Cerca de um terço da população vive em Dublim.

http://europa.eu

 

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….Todos os males do Mundo deixam-me à beira do meu Abismo.

O meu isolamento é o meu Buraco Negro que existe no meu inconsciente.

O Amor liberta, diz o poeta.

E Eu digo ao meu Amor. Vem.

Eu espero e aguardo. A chave está do lado de fora.

E o meu Amor Também.

 

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Desejo Ir

 ( www.salteadoresdaarca.com )

Existe em cada um de nós pelo menos um desejo.

Eu desejo ir.

Mais além, para a estrada e rodar.

Ir e conhecer.

As paisagens e as gentes que a vida não me dará tempo, para tudo ver.

Desejo ir. E conhecer.

Conhecimento quero ter.

Quero Ir e Partir.

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São necessários sete dias, aproximadamente, para a Lua ir de uma fase a outra,
e parece que esse foi o motivo para a semana ter sete dias
.

Esta divisão era, ainda na antiguidade, quase universal.

Na Roma antiga era chamada “Septmana”-sete manhãs. Os babilônios talvez tenham sido os primeiros a utilizá-las.

 Eles deram como nomes desses dias os mesmos dos planetas que conheciam (os cinco planetas visíveis a olho nu que conhecemos hoje, acrescidos do Sol e da Lua).

Esta prática, muito antiga, já era usada pelos babilônios. Foi adotada pelos romanos e outros povos europeus influenciados por estes.

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Em espanhol e em francês foi alterada a nomenclatura do domingo e do sábado;a justificativa é a mesma da língua portuguesa (A Editar)

Na língua saxã, Tiw, Wonden, Thor e Friga representam os deuses correspondentes na mitologia nórdica a Marte, Mercúrio, Júpiter e Vênus.

Esta língua influenciou as línguas inglesa e alemã.

Os dias da semana estão ordenados da seguinte maneira:

 dia do Sol , dia da Lua, dia de Marte, dia de Mercúrio, dia
de Júpiter, dia de Vênus e dia de Saturno.

Notamos que aparentemente esta ordem não tem nenhum sentido. No sistema aristotélico, a ordem de afastamento dos “planetas” da Terra era: Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno.
Esta ordem foi corretamente deduzida pela velocidade destes astros na esfera
celeste.
Esta origem atribui-se ao hábito, na antiguidade, de dedicar-se cada hora e cada dia a um planeta que influenciaria esta hora ou este dia.

Os planetas eram ordenados do mais afastado para o mais próximo; o planeta que influenciaria a primeira hora do dia era também o planeta daquele dia.
 

Por exemplo: o dia em que sua primeira hora fosse atribuída ao Sol era obviamente
“dia do Sol”, a segunda hora, a Vênus, a terceira, a Mercúrio, a quarta, à Lua,
a quinta, a Saturno, a sexta, a Júpiter, e a sétima, a Marte. Aí se repetia
o ciclo; a oitava ao Sol, e assim por diante.

Para saber qual seria a primeira hora (e as seguintes) do dia, e conseqüentemente o “planeta do dia”, usava-se a “estrela dos magos”, ou heptacorda, uma figura cabalística.

Sete dias na semana II

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 DECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS –
 
 RELAÇÃO OFICIAL DOS MEUS DEPENDENTES:
 
 01) Presidência da República e assessores;
 
 02) Governo e assessores ;
 
 03) Câmara Municipal e assessores;
 
 04) SMAS ;
 
 05) EDP;
 
 06) TELECOM;
 
 07) Taxas de recolha de lixo e de RadioDifusão;
 
 08) CEEE/CEG – Contas de luz e gás (consumo mínimo);
 
 09) Taxa de inspecção de veículo;
 
 10) Seguro automóvel obrigatório ;
 
 11) BRISA – Portagens;
 
 12) Talões de estacionamento e multas por estacionamento indevido;
 
 13) Terminais aeroportuárias e rodoviários;
 
 14) Instituições financeiras – Taxas de administração e manutenção de
 contas correntes, renovação anual de cartões de crédito, requisição de
 talões de cheque etc.;
 
 15) Mais de 250 deputados da Assembleia da República, com as
 respectivas AMANTES e CORJAS.
 
E FALAM para  NÂO SE SER “DEPENDENTES”?

HUMMMMMMMMMM!!!! QUE SÂO ELES?

Devo estar “senil”,,,será? 

sucedem-se como nas monarquias….mas dizem-se Democratas…

e o DEPENDENTE sou eu??

Estou confuso ou será confusa???

 

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Há quem diga que somos um país de poetas e escritores; que quase não há quem não tenha, no fundo de uma gaveta qualquer, papéis, talvez amarelecidos pelo tempo, onde rabiscou uns versos ou umas considerações saídas do fundo do coração em momentos de grande alegria ou de grande dor.

Naturalmente, apenas um pequeno número destes escritores poderia ganhar alguma notoriedade.

Alguns, infelizmente, tornaram-se mais conhecidos do que era justo. Porque há as campanhas comerciais e os amigos influentes ou ricos.

Mas conheço outros que merecem ser mil vezes mais lidos.

Um deles é Sebastião da Gama, que ficou para sempre ligado à Serra da Arrábida e à profissão de professor. Gostaria muito de que alguns dos meus leitores se sentissem animados a lê-lo. É alegre, é simples, é fresco, é humano. Diz as coisas de uma maneira que a gente entende e faz-nos sentir melhores.

Andou por aqui pouco tempo, mas com a alma limpa, as mãos limpas e os olhos limpos. E, por isso, pôde escrever coisas que são verdadeiramente luminosas.

Não encontramos nele crítica, nem azedume, nem queixas da vida. Soube encontrar alegria e beleza nas coisas pequenas, no possível, no que está ao alcance da mão.

Publicou várias obras de poesia (Serra Mãe, Itinerário Paralelo, Pelo Sonho é que Vamos, Campo Aberto) e o Diário, livro extraordinário no qual narra de forma interessantíssima a sua experiência como professor de jovens.

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