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Archive for the ‘Factos’ Category

Grandes investidores, como a Pimco e a BlackRock, que perderam dinheiro com a dívida do BES conseguiram um argumento de peso para o processo legal que moveram contra o Banco de Portugal.

No meio da conferência de imprensa da semana passada para anunciar a venda do Novo Banco, a frase de António Costa passou relativamente despercebida.

A conferência ia a meio quando o primeiro-ministro é confrontado com uma pergunta de um jornalista sobre o que aconteceria se os credores seniores do Novo Banco recusassem trocar a dívida que detêm por outra menos vantajosa? E se essa operação não poderia assustar ainda mais os investidores que em 2015 já tinham perdido dinheiro com dívida do Novo Banco.

Recorde-se que, em dezembro de 2015, o Banco de Portugal decidiu alterar o perímetro dos ativos e responsabilidades do BES e do Novo Banco, tendo na altura transferido para o BES cinco instrumentos de dívida sénior avaliados em 2,2 mil milhões de euros que estavam originalmente no balanço do Novo Banco.

Esta foi a resposta de António Costa na conferência de imprensa: “Foi precisamente tendo em conta essa experiência que nunca animámos qualquer solução que passasse por uma ação não voluntária por parte dos obrigacionistas. Acho que é manifesto hoje que se há algo que penaliza os custos da República, os custos do sistema financeiro, é o facto de os investidores internacionais terem recebido particularmente mal a decisão do Banco de Portugal de, unilateralmente e de uma forma discricionária, ter imposto sacrifícios a certos obrigacionistas em dezembro de 2015”.

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Os Portugueses podem manifestar a sua “virilidade”…,gritando a uma só voz “Vão todos pró C******”!!

A Expressão em causa, foi considerada um sinal de mera virilidade VERBAL, pelos juizes 🙂
«O cabo não deve ser julgado, porque a expressão utilizada é um “um sinal de mera virilidade verbal”.

Foi no dia 4 de Agosto de 2009 que, no gabinete do sargento da GNR que liderava um subdestacamento, o cabo solicitou uma troca de serviço com outro militar. Perante a recusa do seu superior hierárquico, tal como vem descrito no acórdão do Tribunal da Relação, o militar disse: “Não dá para trocar, então pró c…” E de seguida: “Se participar de mim, depois logo falamos como homens.”

A situação em causa evoluiu para uma acusação pelo crime de insubordinação. Segundo uma procuradora do DIAP, “a palavra ‘c…’, proferida pelo arguido, na presença do seu superior hierárquico, de forma alguma, poderia constituir um mero desabafo, antes, indignado, pelo facto de o seu superior não permitir a troca de serviço, visou o arguido atingi-lo na sua honra e consideração”.

“Então existe outro significado para a palavra, ‘c…’ em causa, dita naquele contexto, que não seja injurioso, ofensivo, de afronta, em relação à pessoa a quem é dirigida?”, questiona a mesma magistrada.

Os juízes desembargadores Calheiros da Gama e o juiz militar major-general Norberto Bernardes tiveram entendimento diferente, mantendo a decisão do juiz de instrução que decidiu não levar o arguido a julgamento.

E para fundamentar tal decisão, os desembargadores fazem uma extensa análise da expressão “prò c…” que, no fundo, era o que estava em causa no autos. Concluíram que há contextos em que a utilização da expressão não é ofensiva, mas sim um modo de verbalizar estados de alma. Um pouco de história: “Para uns a palavra ‘c…’ vem do latim caraculu que significava pequena estaca, enquanto que, para outros, este termo surge utilizado pelos portugueses nos tempos das grandes navegações para, nas artes de marinhagem, designar o topo do mastro principal das naus, ou seja, um pau grande. Certo é que, independentemente da etimologia da palavra, o povo começou a associar a palavra ao órgão sexual masculino, o pénis.”

Porém, continuam os juízes, “é público e notório, pois tal resulta da experiência comum, que ‘c…’ é palavra usada por alguns (muitos) para expressar, definir, explicar ou enfatizar toda uma gama de sentimentos humanos e diversos estados de ânimo. Por exemplo ‘prò c…’ é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno de mais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas (‘chove pra c…’; ‘o Cristiano Ronaldo joga pra c…’; ‘moras longe pra c…’; ‘o ácaro é um animal pequeno pra c…’; ‘esse filme é velho pra c…’)”.

Mas há mais jurisprudência sobre a matéria: “Para alguns, tal como no Norte de Portugal com a expressão popular de espanto, impaciência ou irritação ‘carago’, não há nada a que não se possa juntar um ‘c…’, funcionando este como verdadeira muleta oratória.”

Tendo presente tais considerações, mais o facto de se ter dado como assente que o cabo e o sargento – apesar da distância hierárquica – manterem uma relação de proximidade, sem muitas regras formais, a Relação de Lisboa decidiu não levar o militar a julgamento pelo crime de insubordinação.»

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1713684

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Na realidade, esta crise nos mercados mundiais irá afectar todos nós.

Se pensarmos bem, os pobres que o mundo financeiro e político  tem ajudado a criar, sofrerão com a crise, sim…,mas não tanto, como os ricos que as criaram.

 

Os pobres do mundo, já sabem o que é viver no limiar da pobreza e outros até, na realidade da miséria…coisa que o mundo do topo, convive bem com a ideia ou estarei a dizer uma mentira?

 

Se fosse mentira não seriam cada vez mais…

 

Esta crise só existe  porque foram muitos, durante anos e anos no mundo, a governarem-se e a mentirem aos povos …

 

Como a explicam agora a quem é de condição humilde ou a quem pouco ou nada tem para perder ?

Que dirão os sem abrigo, os que vivem nos campos de refugiados, os deslocados das catástrofes naturais os que vivem em guerra permanente, os que no seu País são ignorados e sem voz, os que confiaram nos seu políticos e nas suas instituições?

Não terão certamente explicações. Tantos defensores de igualdades  que conseguiram criar um mundo mais desigual…

A cada instante que se ruma ao futuro, ele é, sempre risonho, mas apenas para uma pequeníssima minoria…que cada vez se tornava mais pequena…

 

Que  querem agora, que o povo chore, ria ou bata palmas?

 

Tudo estava previsto. Para muitos não é nada de novo. Será que pensavam que poderiam rir, roubar e mentir por eternidades?

 

Claro que não…

Quando entrámos na “era de aquário” muito foi dito e escrito por quem acredita na Justiça, na Verdade e na Palavra…

 

Claro que muitos riram da visão “alarmista” e até “apocalíptica” do mundo que se desenhava…

Infelizmente parece que não é mentira…

Ricos agora com as calças na mão e os pobres já as trocaram á muito por calções…

 

Seria bom que quem governou este mundo para a desigualdade social, fome e desespero de muitos, aprenda agora o significado da PALAVRA e da VERDADE, aquela que encobrem de bondades e igualdades…

Esperemos que tudo isto não passe de um susto para todos. Que quem governa, aprenda algo positivo e altruista com a situação …

Que rumem o mundo para a igualdade social, justiça  e amor.

Que larguem as farsas e mentiras de “democracias” rançosas….que todos já observamos à muito, mas à muito tempo mesmo…apesar dos “espertos” acharem que não, e que até podem tudo…

Se podiam TUDO, mostrem e  tratem agora do “vosso” futuro…porque do nosso já o fazem à séculos…e já sabemos bem o que é perder, não ter, poupar…ou seja de ir de mal a pior!

 

PARA ONDE VAI O MUNDO? O que é a “Era de Aquário”?

Posted em abril 29th 2008   

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Especialista faz a ligação, enquanto associações de profissionais queixam-se de falta de meios…

 

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Um eclipse parcial da Lua será visível em grande parte do mundo na noite de sábado, dia 16, quando a Terra passar entre o Sol e o satélite.
O fenômeno será visível principalmente na maior parte da África, da Europa Oriental, da Ásia Central, da Índia e do Oriente Médio.

Mais

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A média dos vencimentos recebidos por ano, pelos portugueses é menos de metade do que o dos residentes nos restantes países da zona euro – 11.616 euros. Suíça é o país onde se registam os valores mais altos: 38.435 euros.

De acordo com os dados revelados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), os salários dos portugueses caíram 2,6 por cento em 2006.
Mas as boas novas não se ficam por aqui, segundo o mesmo documento, a média dos vencimentos recebidos por ano, pelos portugueses é menos de metade do que o dos residentes nos restantes países da zona euro – 11.616 euros. Um valor muito aquém dos 25.290 euros auferidos nos países da OCDE e dos 24.666 euros dos países da União Europeia. Pior que Portugal, só mesmo a Hungria, República Checa, Polónia e Eslováquia.
No outro lado da balança, é na Suíça que se registam os salários mais altos, numa média anual que chega aos 38.435 euros. Luxemburgo e Dinamarca, são os países que completam o pódio, com uma média salarial anual de 37.554 e 35.635 euros, respectivamente.

 A crise da Tap ?

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Segundo a pesquisa anual World Values Survey, que envolveu 350 mil pessoas em 97 países e territórios, a Dinamarca é o país mais feliz do mundo, seguido, respectivamente, de Porto Rico (território associado aos Estados Unidos no Caribe) e Colômbia.

 

Brasil ficou em 30º  lugar

 

No outro extremo, Rússia e Iraque ficaram entre os dez menos felizes e o Zimbábue – palco de recentes distúrbios políticos – ficou em último lugar.

 

No estudo, pesquisadores perguntaram a cidadãos questões simples sobre sua felicidade e grau de satisfação com a vida.

 

Prosperidade financeira

 

O estudo foi liderado pelo cientista político Ronald Inglehart, da Universidade de Michigan. Segundo o especialista, ao contrário de outros estudos, com ênfase em factores econômicos, sua pesquisa revelou que prosperidade financeira não é a única razão para a felicidade.

 

Um sinal disso seria o fato de o país mais rico do mundo, os Estados Unidos, ocupar o 16º lugar na lista.

“Nosso estudo indica que a prosperidade está vinculada à felicidade. Ela contribui”, disse. “Mas não é o factor mais importante.”

 

“Liberdade pessoal é ainda mais importante, e liberdade de várias formas. Liberdade política, como na democracia, e liberdade de escolha.”

 

Todos os países nas posições inferiores da lista enfrentam o problema da pobreza ou têm governos autoritários.

 

O Zimbábue, por exemplo, sofre com a hiperinflação e, recentemente, passou por um processo eleitoral marcado por violência.

 

 

Mundo Mais Feliz

 

Algumas pesquisas anteriores sugerem que níveis de felicidade são estáveis e não podem ser melhorados de maneira duradoura. Outras indicam até mesmo que a felicidade pode ser determinada geneticamente.

 

Mas os autores da World Values Survey afirmam que os níveis de felicidade tanto de indivíduos como de sociedades inteiras podem mudar.

 

De acordo com o estudo, que vem sendo feito desde 1981, de maneira geral, o mundo está ficando mais feliz.

 

Inglehart disse que a igualdade entre os sexos é um outro indicador de felicidade, assim como tolerância étnica e social. E, segundo o especialista, tem havido uma melhoria dramática nesses indicadores nos últimos anos.

E Portugal? Qdo fará parte do topo deste estudo?

 A infelicidade dos Portugueses

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