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Archive for 26 de Fevereiro, 2008

 A Pedra da Gávea altaneira à cidade do Rio de Janeiro  

 

Maciço rochoso aproveitado em tempos perdidos nos milénios que se foram, e que hoje a Geologia pode contestar mas não negar ante as evidências sobejas, diz-se que serviu de gávea ou posto alto de vigia a quanto se aproximava e adentrava a baía de Guanabara. 

 Mas também que terá sido parcialmente cinzelada de maneira a configurar uma esfinge em cujo interior se terá escavado um túmulo e um templo. 

O seu maior segredo será, talvez, continuar a desafiar os modernos a decifrarem-na, a apreenderem o seu significado último e real.  

Não se esqueça que, assim como a cidade do Salvador, também o Rio de Janeiro assenta numa quadra de artérias subterrâneas, e mesmo que aparentemente isto nada queira dizer, na realidade diz tudo.As inscrições petroglíficas da Pedra da Gávea:

 Bernardo Ramos, cerca de 1930, interpretou as inscrições petroglíficas da Pedra da Gávea como sendo fenícias e querendo dizer:

 “Tiro Fenícia, Badezir Primogénito de Jethbaal”. 

Mas a frase foi posteriormente corrigida pelo maior Sábio e Espiritualista que o Brasil já teve, em minha consideração pessoal, o Professor Henrique José de Souza:  “Jethbaal, Tiro Fenícia, Primogénito de Badezir”. 

 

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Diferentes entre iguais?

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Há por aí muitos críticos dos “ricos”, das diferenças de classes, do fosso maior entre ricos e pobres que pouco ou nada fazem para combater esse risco para a dignidade de cada ser humano.
Na Índia, desde sempre existiram as castas, estrutura rígida que não permitia misturas quer familiares quer profissionais ou culturais: é, aliás, uma das bases do nacionalismo hindú.
Nos países muçulmanos(quase todos) e africanos, prevalecem as tribos.
Assim, as críticas contundentes, de raíz marxista, na Europa, esquecem situações bem mais trágicas que se encontram no Mundo.
Na Índia, legalmente abolidas, as castas continuam na prática. E no fim da escala, os dalitas não têm quaisquer direitos, em especial os de saúde: foi para eles, essencialmente, que trabalhou Beata Madre Teresa de Calcutá, pois era frequente encontrarem-se abandonados nas ruas, no chão, sem que lhes fossem atribuídos direitos.

A Igreja Católica mantém-se como a principal defensora dos direitos mínimos de dignidade humana dos “dalits”; ainda recentemente o exigiu perante o poder central.Ver

http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=189058

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Raúl Castro “sucedeu” a Fidel e no Congresso onde foi escolhido traçou um quadro bem negro da situação: Cuba está numa penúria generalizada;
http://www.fatimamissionaria.pt/noticia5.php?recordID=12769&seccao=3

Foi bem mais realista do que os acérrimos defensores da ilha-prisão, que não arriscam ir viver para a terra que tanto admiram.
E como a comunicação social(e os políticos) da Europa têm um conceito vesgo dos direitos humanos, prestamos mais uma vez homenagem aos presos políticos cubanos completamente esquecidos nestes dias- e sempre, aliás!

http://www.payolibre.com/presos.htm

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Em pleno século 23, um motorista de táxi precisa encontrar e proteger o quinto elemento, elo de energia capaz de salvar a Terra de uma terrível ameaça vinda de outra dimensão.

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