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Archive for 25 de Fevereiro, 2008

                            Conversão de fusos horários

                                    Apagão Mundial (informação)

JUNTOS FAREMOS A DIFERENÇA

Mais vale pouco que nada….Esta é a 1ªde muitas iniciativas do ciberespaço

Começamos para afinar com 5 minutos!!!

O Planeta saberá recompensar-te…

Melita

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A vida marinha poderá sofrer extinção em massa em poucas décadas se a pesca intensiva, as mudanças climáticas,

a acidificação da água, a poluição e o desenvolvimento litorâneo não forem combatidos,

segundo um relatório apresentado hoje pela ONU.

 [YouTube=http://www.youtube.com/watch?v=mcV3mxjOL8Y]

O relatório “In Dead Water” (“Em Águas Mortas”), elaborado por uma equipe de cientistas por incumbência do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), cujo 10ª conselho especial termina hoje, em Mônaco, traça um panorama tenebroso “Há 65 milhões de anos, quando desapareceram os dinossauros, o mar estava saturado de dióxido de carbono (CO2). Em poucas décadas, a partir de agora, a água do mar será ainda mais ácida do que naquela época”.A afirmação pessimista é de Ken Caldeira, da Universidade de Stanford, que, junto com outros cientistas e o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, apresentou o relatório à imprensa.     Steiner resumiu as ameaças que assolam os oceanos: a pesca intensiva e as más práticas pesqueiras, como o arrasto e a pesca em profundidade, as mudanças climáticas e a poluição litorânea. Segundo o diretor-executivo do Pnuma, “seria uma irresponsabilidade culpar uma só delas, mas, em coro, farão com que em 30 ou 40 anos desapareça a indústria pesqueira e aconteça o colapso biológico dos mares”.    O relatório indica que a metade das capturas pesqueiras do mundo acontece em menos de 10% do oceano. É nesta área que se produz a maior parte da atividade biológica de espécies consideradas chave na cadeia alimentar. Devido às mudanças climáticas, “com o aumento de 3 graus na temperatura das águas superficiais, mais de 80% dos corais – fundamentais na ecologia marinha – podem morrer em décadas, entre 80% e 100% em 2080”, segundo o relatório.  A acidificação do mar, devido à dissolução de CO2 provocada pelo uso de combustíveis fósseis, em poucas décadas danificará também os corais e outras espécies que metabolizam conchas calcárias. Ainda segundo o relatório, o desenvolvimento litorâneo “aumenta rapidamente” e há a previsão de que “atinja negativamente 91% de todas as costas desabitadas até 2050, contribuindo majoritariamente para a poluição do mar”.  As mudanças climáticas afetam negativamente “a circulação termoalina – grandes correntes – e o fenômeno de fluxo e refluxo de água continental, crucial para 75% das pescas”. Em conjunto, a poluição litorânea e as mudanças climáticas “acelerarão o desenvolvimento de zonas mortas, muitas delas próximas a plataformas pesqueiras”.O número de zonas mortas – regiões com hipóxia (falta de oxigênio) – aumentou de 149 em 2003 para 200 em 2006, afirma o relatório apresentado.  EFE  

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