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Archive for 13 de Fevereiro, 2008

 É o Reino de Bandarra, de Pessoa, de Vieira. O do Terceiro Milénio. O Império do Espírito Santo, entrevisto por Joaquim de Flora, no limiar da heresia, acolhido por Diniz e Isabel, dita “a Rainha Santa”, que instituiu as festas em que se coroa o Imperador-Menino, vai para oito séculos, revivido em Alenquer, em Tomar, em Sintra, nos Açores, no Brasil.    Porquê “Quinto”, e para mais “Império”? Histórias tão antigas. O sonho de um rei, Nabucodonosor, interpretado por um profeta, Daniel, registado num livro do Antigo Testamento. Uma estátua. Cabeça de ouro, peito e braços de prata, ancas de bronze, as pernas metade de ferro, metade de barro, e logo destruídas por uma pedra que se transformou numa montanha. A cada um dos metais corresponde um Império. A pedra que os destrói é o último, o Quinto, a irromper no Extremo Ocidente, o Reinado que, na inversão dos metais, corresponde à Idade do Ouro, à vinda do Desejado, a Parúsia universal, para instituir o Reino do Pai e do Filho incarnados no Espírito Santo.    E é este sonho, não delirante mas mágico, que tem polarizado há séculos pensadores, poetas, nautas, filósofos, sapateiros profetas, num ideal que une seres tão díspares como um quase santo, António Vieira, e um déspota iluminado, Sebastião José de Carvalho e Melo.    Diante do portal de uma igreja esquecida, Vitor Adrião conta: “Era aqui a sinagoga de Lisboa, depois consagrada Conceição-a-Velha, a Virgem Negra do Restelo trazida em procissão solene, há séculos reinando D. Manuel I, da Ermida do Infante Henrique de Sagres. Os antigos sabiam que Lisboa está sob a égide Vénus, a Boa Mãe, a Senhora das Águas, a Lusina, a Venusina, a Varina.”    E ali está ela, Vénus de espada e balança, com roupas de varina lisboeta, na coluna central de Santa Maria no pórtico frontal, e o único, deste templo quase abandonado, rodeada de símbolos alquímicos, grifos e águias, anjos e livros abertos e fechados, o menino, a lebre e o cão.    Esperam-nos na Abadia. Sob as caves do Palácio Foz jaz um tesouro maravilhoso. Limpo de entulho, recuperado passo a passo, eis o antigo restaurante maçónico, onde se repetem os símbo- los de todo este percurso, numa arquitectura interior dividida em três partes: o Claustro, o Refeitório e o Coro.    Ali estão 24 bustos, entre os quais uma senhora, ali estão esquadros, compassos, insígnias. As colunas. O Adepto, com o barrete frígio, carregando a Sabedoria Divina. Os elefantes, as andorinhas e as pombas saindo em cruzeiro dum pombal em esquina. “O Pombal do Cruzeiro Mágico de Portugal”. Os cachos de uvas e a raposa que as olha cobiçosa sem lhes puder chegar, arrancando a desculpa mal resignada: “Estão verdes, não prestam.” E a fonte de corais – fingidos, evidentemente – que liga pela escadaria do poço anexo aos subterrâneos de Lisboa. E a laje que dava para o túnel que desembocaria muitos metros acima, numa outra entrada num edifício junto à Trindade. Essa entrada está agora gradeada e entaipada, selada também com o leão de bronze. Mas aqui está a Dragona, iconográfica da Rainha dos Mundos Subterrâneos, grávida, “simbolizando o parto de uma Nova Era”.    E salta à vista um outro pormenor. É tudo falso neste extinto restaurante, falso porque a madeira parece pedra, a pedra parece madeira, e as únicas coisas em material pétreo indiscutível são as colunas. Verde e vermelha:    “Significa matar a ilusão das aparências que quase sempre enganam. Significa desvelar Ísis, e tomar posse da outra e verdadeira leitura, a real. Trata-se do conhecimento iniciático que não vem nos livros nem em quaisquer outros meios públicos de informação, mas que se deixa perpetuar com muito fingimento, isto é, sabendo ocultar.”    E entramos outra vez no domínio do oculto: Ordens Secretas. Vitor Adrião: “Há uma, a Ordem do Santo Graal, à qual todas devem Obediência.”    Faz lembrar de novo as especulações à volta de Fernando Pessoa: seria ele templário? Maçom? E se sim, de qual das Obediências?     A viagem está quase no fim. Encerramo-la na igreja de São Roque. Onde toda uma outra história ainda fica por contar.

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    Viajámos pela Lisboa do Quinto Império na companhia de um historiador que escreve sobre estes temas. É um homem pálido, de fato e gravata, cabelo comprido e olhos encovadíssimos, autor e apaixonado do mistério que circunda a “cidade mais bonita do mundo”. E é ele, Vitor Manuel Adrião, quem estabelece o percurso:

    “Vamos ao Rossio e aos Restauradores
, aí faremos a leitura ícone-simbólica, no que me for possível, de algumas estátuas e do obelisco. Vamos ao extinto restaurante “Abadia”, nas caves do Palácio Foz. Vamos espreitar as entradas para os subterrâneos de Lisboa, segredo de Estado nas mãos do Exército. E às Ruas do Ouro, da Prata e Augusta. Ao Terreiro do Paço, concebido de acordo com a numerologia das lâminas do Tarot. Vamos ler e tentar decifrar um pouco da iconologia patente no pórtico da igreja da Conceição-a-Velha e visitar a de S. Roque, no Bairro Alto. Vamos tentar ver a lápide do alquimista, num túmulo no Convento do Carmo.”

    Estava um calor magnífico. Passámos por entre turistas e remámos contra a maré de gente apressada. E parámos junto à Gare Central do Rossio, neogótica, de sabor manuelino.
Entre as duas portas, em forma de ferradura, ali está ele, o Desejado, em estátua de pedra de dimensões naturais, com a mão segurando a espada, com a sinistra pousada no terceiro castelo do escudo e a ponta da lâmina apontando o quinto:

    “Indica a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade que há-de governar o Quinto “Castelo” ou Império, o dos Lusitanos. Este monarca controverso e delirante, no final de contas, é apenas a representação do Filho, a figura ou expressão régia do Encoberto, daquele que há-de vir, um símbolo de Humanidade Perfeita de uma Nova Era. Quando o Padre António Vieira evocava o Rei-Encoberto, o Rei-Desejado, não se referia tanto a D. Sebastião concretamente mas ao Arquétipo deste Reino. Ainda relacionado a este escultório, correm à “boca pequena” as vozes de certas tradições pretendendo que a espada aponta para um ponto específico, a alguns quilómetros abaixo
do chão, onde existirá uma estrada subterrânea que liga a Sintra.”

    Vitor Adrião discorre sobre símbolos e temas, apontando pormenores: as vides, que remetem para Dioniso, o deus do vinho, da exaltação, forma apaixonada do conhecimento, que tem a sua representação em Shiva no panteão oriental. Deuses da Sabedoria Oculta. Omnipresente, o cordão de marear, ex-líbris do Manuelino, consagração deste povo de navegadores que tinham por timoneiro o Infante Henrique de Sagres, Grão-Mestre da Ordem do Templo, dita de Cristo, cujas cruzes estavam inscritas nas velas das naus que buscaram e deram novos mundos ao mundo. É a outra História, a das lendas e mitos, depurada do sangue e da cobiça, do aqui-e-agora, mas não menos real por menos evidente.
    Estátuas e obeliscos, cavalos. Baixos-relevos que contam histórias. Praças de dimensões justas. Ruas que formam um traçado geométrico. No dia glorioso, o sol ainda queima. À direita, ao alto, as ruínas magníficas do Carmo. Em frente, a Rua Augusta, que desemboca no Cais das Colunas. Nuvens cerradas de pombos pousam ou levantam voo das praças. 
    “A estátua de D. Pedro no Rossio equivale ao `mundus´, o ponto axial, centro para onde convergem todas as direcções da cidade e – porque não? – do País, já que Lisboa dele é capital. Aqui temos o monarca imperial de Portugal e do Brasil, apadrinhado pelos Guardiões das quatro direcções do Mundo, assinaladas nos quatro naipes do Tarot: paus, espadas, ouros e copas. No Cristianismo, são conhecidos como Rafael, Mikael, Ariel e Gabriel”, explica Vitor Adrião.

    E rodeando a estátua, vai indicando, naipe a naipe, Guardião por Guardião. Taças, ou copas, apontando para a Rua de Santo Antão, o “Anacoreta do Deserto”, “a qual inclina 17 graus para a direita”.    Ouros aponta para a Gare Central do Rossio,o Caminho Alquímico, o Ouro Vivo, a Pedra Filosofal, onde está a estátua do Encoberto, aquele que cavalga o cavalo
branco, o Avatara, o Cristo de Aquarius, o Senhor do Quinto Império”.    Paus, ou báculo, aponta em direcção ao “Carmo, o lugar donde se propagou oficialmente o culto matriarcal à Mãe Divina, o convento onde morreu e repousou o féretro de Frei Nuno de Santa Maria, antes o Condestável D. Nuno Álvares Pereira, que às armas juntou a devoção e assim se tornou Santo (os seus restos mortais repousam hoje na igreja a si consagrada, em Campo de Ourique). Convento, ainda, que a tradição mais velada afirma habitada ao tempo por adeptos herméticos senhores das mutações alquímicas, e aí ainda se pode ver, num dos lados do túmulo de D. Fernando, a ilustração escultória dum alquimista operando no seu laboratório debaixo da terra, sob o convento, a que se desce por uma escadaria longa.”    Finalmente, espadas. “A Espada da Lei e da Virtude, a que premeia e salva, a que protege ou castiga, que aponta em direcção à Sé Patriarcal de Lisboa, a quinta Catedral Graalística do Ocidente, por onde depois do ano 985 da nossa Era a Taça do Santo Graal passou e ficou até finais do século XV”, diz ele.    E insiste: “Para onde olha D. Pedro, o Imperador do Brasil? Em direcção ao Cais das Colunas, onde, diz a Tradição, cantada, glosada e prosada por Fernando Pessoa, para não falar de Sampaio Bruno, António Sérgio e outros, haverá de desembarcar, alegoricamente falando, o Enco- berto. O Salvador das Nações. Para essa concretização todos terão de dar o seu contributo mental e moral da melhor maneira que souberem fazer, em prol da edificação de uma Sociedade Humana mais justa e perfeita. Nisto bem se enquadra a Profecia de Sintra: `Quem nasce em Portugal é por missão ou castigo´. Seja por missão.”

 

(REPORTAGEM DE MANUELA GONZAGA IN REVISTA 3 DE “O INDEPENDENTE”, 8 a 14.10.1999)

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É mais um avanço no desenvolvimento de uma vacina contra a sida. Um estudo pré-clínico, da respon- sabilidade de uma equipa inter- nacional, que conta com a participação do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), com sede em Madrid, mostra que um aerossol, baseado na vacina que erradicou a varíola, é seguro e desperta as defesas dos macacos nos ensaios clínicos realizados. Os resultados em humanos são também positivos, tendo sido realizado um ensaio clínico de fase I com 40 voluntários sãos.

Neste trabalho participaram 20 cientistas oriundos de 12 centros de investigação de seis países europeus, que conseguiram, pela primeira vez, demonstrar que esta vacina inalada é segura e gera uma resposta imune, forte e prolongada no tempo. O modelo proposto é baseado em vectores do vírus inoculado modificados geneticamente. A administração por via respiratória, com aerossóis (nebulizadores) facilitaria o seu uso em programas de vacinação em países em vias de desenvolvimento.

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Nanotecnologia: Cientistas de Israel criam computador biológico

Um grupo de cientistas israelenses do Instituto Technion criou o computador biológico. Ao contrário dos computadores convencionais eletrônicos que utilizam hardware, software e dados para fazer cálculos, este dispositivo usa moléculas para calcular. É o mesmo que acontece no corpo humano e em todos os sistemas biológicos, explica o professor Ehud Keinan, membro do projeto.

Segundo Keinan cada um de nós tem um computador biomolecular, ou seja, uma máquina na qual todos os componentes são moléculas se comunicando entre si de forma lógica e ordenada. O professor detalha que biologicamente o hardware e o software são complexas moléculas biológicas que se ativam mutuamente para executar algum trabalho químico predeterminado, seguindo um conjunto específico de regras que seriam o software.

Baseando-se nessa teoria que o grupo israelense criou o biocomputador ou computador molecular. Mas segundo a equipe do Dr. Keinan sua criação é bem mais simples do que um organismo vivo completo. Ele é composto de moléculas de DNA e enzimas e tem a capacidade de gerar um fenômeno biológico cuja saída é a alteração da cor de um organismo vivo, como no caso da cor de uma colônia de bactérias.

No entanto, o professor ressalta que o objetivo do computador biológico não é substituir ou concorrer com as máquinas eletrônicas. Mas acredita que a sua capacidade de interação das moléculas com outros sistemas biológicos e outros organismos vivos pode revolucionar a medicina.

http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia

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De toda história do século XX e neste início do século XXI, os serviços secretos tiveram, tem e terão grande impacto nos acontecimentos históricos e de relevância mundial. Os serviços secretos são agências que representam o poder oculto dos Estados para que os tomadores de decisão possam efetuar suas escolhas com o menor risco possível, através das informações estratégicas produzidas.

Desde a primeira guerra mundial, a ação da espionagem sempre teve um peso nos resultados de decisões políticas que afetaram a ordem internacional. O “breve século XX” segundo as palavras do historiador Ecic Hobsbawm foram forjados através de um constante impacto de forças e ações militares, além do jogo secreto da espionagem.

Este jogo que é contínuo da primeira, para segunda guerra, da segunda para a guerra fria, e alimentada e crescente pós 11 de setembro de 2001, que as agências de inteligência do mundo inteiro buscam um novo posicionamento de ações e operações em busca de uma guerra comum, o terrorismo internacional.

O uso dos serviços secretos parte de um principio básico, conhecer o inimigo em todas as suas instâncias. E neste aspecto o conhecimento é um fator altamente estratégico e de valor para a definição clara de políticas internas e externas, e sua qualidade é base de respeito pelos tomadores de decisão. Segundo George Washington, em suas bases de políticas e construção de um novo Estado americano, “a necessidade de obter informações de qualidade é evidente e não precisa ser objeto de debate”.

A atividade de inteligência, ou produção de informações estratégicas, ou mais, produção de segredos, está intimamente relacionado com a política internacional. As relações internacionais têm seu palco constituído através da diplomacia, e os bastidores através dos serviços secretos.

As grandes potências resolveram, ou tentaram solucionar suas diferenças políticas ou posicionamentos internacionais através dos serviços secretos. As ações dos Estados Unidos na Segunda Grande Guerra devem-se na maioria dos casos a OSS (futura CIA), as ações da Inglaterra boa parte desenvolvida pelos quebradores de códigos de Bletchley Park, os caçadores de nazistas pós-guerras tiveram o apoio do Mossad israelense, as ações da KGB para tentar fortalecer a política soviética, ou neutralizar o avanço de sua futura derrota, a atuação da Santa Aliança, o serviço secreto do Vaticano, com apoio para queda do comunismo através da Polônia. A história dos serviços secretos está intimamente ligada aos grandes acontecimentos da política internacional.

O impacto dos serviços secretos nas relações internacionais é o grande problema para ampliação dos estudos em política internacional. Este impacto pode ser medido através da relação clara que suas ações abertas ou encobertas são construídas pelos interesses realistas de cada Estado.

Com a nova perspectiva mundial e com a guerra ao terror, as ações de inteligência têm um maior impacto do que nos tempos da guerra fria. Os serviços de inteligência atuam de forma mais efetiva nos bastidores, através de ações encobertas que resultam em operações de desarticulação de redes terroristas, de desinformações e articulação política em busca de interesses econômicos e militares, da busca de novas riquezas naturais e de energia, na integração de ações de espionagem industrial de empresas transnacionais, além de ações que possam desestabilizar o Estado de direito constituído em Estados democráticos.

Conhecer, antecipar, projetar, prever são os verbos que pautam as ações dos serviços secretos, e principalmente dos cenários da política internacional. Assim, o estudo dos serviços secretos não deve ser mero trabalho ou relato para romances de espionagem, e sim ações que realmente condizem com os reflexos de uma nova forma de fazer política e relações internacionais.

As novas andanças da política russa atual demonstram o impacto dos serviços secretos, que através da agência FSB (o serviço secreto russo ex-KGB) sufocam a democracia russa e ao mesmo tempo constituem um novo poder paralelo contra suas potenciais ameaças, ou até mesmo uma nova visão do que poderia ser a guerra fria parte II. Estudar as agências e seus impactos é compreender o bastidor da política internacional, além de constituir novos valores para este serviço necessário para a competitividade e segurança de cada Estado democrático de direito.

http://www.jornaldefesa.com.pt

O lado obscuro do Poder.

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sem-stress.jpgUm estudo canadiano revela que é entre o primeiro e o quarto ano de vida que se verifica o maior índice de agressividade nas crianças, antes de estarem expostas a factores como a violência televisiva.

O estudo, realizado por Richard Tremblay, da Universidade de Montreal, Canadá, contradiz a crença geral que aponta a adolescência como a altura em que as crianças são mais agressivas, a violência é ou não uma componente intrínseca do ser humano, incidindo a sua investigação na forma como a interacção da genética com os factores ambientais contribuem para desencadear comportamentos agressivos ou anti-sociais.

Por outro lado, a investigação levanta a questão de saber até que ponto as diferenças nas respostas individuais se devem a factores genéticos ou ao ambiente no qual as crianças cresceram.

Actualmente, as pessoas vivem sob stress constante. Logo pela manhã, levantam-se cedo para tratar dos filhos e, nessa azáfama matinal, o pequeno-almoço acaba por ser apenas um simples copo de leite, acompanhado por algo mais substancial, mas fica por aqui. Além disso, o ambiente de trabalho não é, por vezes, o mais desejado, nem oferece as melhores condições de bem-estar e conforto. Estas circunstâncias acabam por resultar em contracturas, problemas ao nível de postura, coluna, originando dores, lesões nevralgias, enxaquecas, mau estar e depressões.
É essencial estar alerta aos primeiros sinais de irritabilidade, falta de sono, dores musculares, ter a sensação que não respira naturalmente, são sinais de stress.

O Farol alerta, ajude-se a si próprio, procure uma clínica de fisioterapia, faça umas sessões de relaxamento muscular, com ultra sons, calor húmido, ultravioletas, deite-se no chão do seu quarto de barriga para cima e sinta o seu corpo e a sua respiração e, deixe-se ir pelo seu corpo, sinta-o……

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Sarah Obama, a avó paterna de Barack Obama, tem seguido atentamente as eleições primárias norte-americanas a partir de uma aldeia queniana. O principal contacto com os desenvolvimentos nos Estados Unidos é feito através de uma televisão antiga.

Basta escutar dois discursos de Barack Obama para sentir que algo de muito diferente emana do candidato-sensação. Não é apenas da idade, não vem do aspecto cool, do recorrente apelo à mudança (que entretanto virou palavra-chave de quase todas as campanhas). Vem das palavras. Não apenas das que diz. Mas de como as diz. O seu discurso é estruturado com uma cadência ritmada (com eventual raiz na tradição, festiva, dos pregadores das igrejas de comunidades negras americanas).

Obama é uma figura que inspira, à partida, simpatia. Com a sua voz bem timbrada, afro-americana q.b., a lembrar os grandes cantores de jazz e os heróis dos direitos cívicos, empolga uma parte da América que está farta da Wall Street e K. Street (a rua das firmas de lobby em Washington D.C.).
H. Clinton é fria, calculadora, não dá ponto sem nó. Tem a “experiência” e mostrou que sabe o que é a razão política – sacrificou à sua carreira e à do marido muita coisa. É o estilo oposto – o da carreira escolhida, galgada por cima do que for preciso, dura, fria, realista. Com mérito, a seu modo.

Dois candidatos democratas dois estilos.

Obama era totalmente um desconhecido, hoje é um forte candidato a Presidente do EUA, as suas origens vêm do Quénia, uma família pobre. Caso vença e seja o candidato do Partido Democrata fará história no mundo, porque trás uma força nova e positiva.

H. Clinton é mais do mesmo, uma política cheia de cinismo, e de hipocrisia, e falta-lhe o respeito próprio, ao ter ao seu lado o marido ex-presidente que envergonhou a América, mentiu sob a sua palavra de honra a uma comissão de inquérito do Congresso.

Vamos ver o que a América escolhe. O que vençer a América será a merecedora desse facto para o Bem e para o Mal.

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