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Archive for 7 de Fevereiro, 2008

O último grande atentado terrorista no Iraque foi perpetrado por duas bombistas-suicidas doentes mentais! E as bombas foram detonadas à distância!

Com certeza em relação aos cabecilhas se pode colocar a pergunta: serão também doentes mentais?
Neste ponto, o terrorismo utiliza os meios mais bárbaros e desumanos que a imaginação cria.
O DN de hoje ilustra este execrável modo de agir com fotos de vídeos da Al Qaeda de treinos de crianças-suicidas.
Com a dimuição drástica de atentados no Iraque, o terrorismo precisava de mostrar que está vivo; para iludir a segurança, nada melhor do que crianças e doentes mentais.
Entretanto, esta “táctica” não obteve da comunicação social o relevo que merecia: se fosse o Bush, estariam as ruas cheias de manifs;mas as crianças e os doentes mentais do islão podem servir de explosivos porque os “progressistas”, “defensores” dos direitos humanos e da paz mantêm um silêncio também criminoso e execrável.
E ainda querem dar lições de “humanidade”?

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Decifrando-se o seu próprio nome de Lisboa (Lis+Boa), teremos a sacralidade do lugar des- velada. A Flor de Liz, símbolo de Iniciação e Mistério, representa o Sol Tríplice ou Santíssima Trindade expressa na figura Pontifícia e Imperial de Melki-Tsedek, o Prestes João, o “Vicente, corvo- -humano” nos Painéis de Nuno Gonçalves. O termo “Boa” além de designar a “água” designa também a coluna salomónica Boz ou Bohaz, pilar de Deus sito aos pés do Tejo, no Cais, portanto lugar representativo da cidade.

Indicando a Beleza Universal, nela está a Força e o Rigor com que termina o nome de Lisboa, e nessa coluna a Lisboa cidade aos pés do Tejo finda.

Em Lisboa, os corvos também são tidos como benfazejos. Segundo a lenda, os corvos que acompanharam a barca que transportou as relíquias de S. Vicente de Sagres para Lisboa, em 1171, ficaram por cá, tendo sido adoptados como símbolo de lealdade e protecção nas armas da cidade.

Daí o Brasão de Lisboa ser este…

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 O grupo escultórico  é da autoria de Vítor Figueiredo de Bastos   

 

Enquanto o grupo alegórico que encima o Arco foi obra do pedreiro-

     livre e escultor francês Camels. 

   _     

  Ele representa aí Ibez ou Ibéria, aqui como Grande Mãe Universal, laureando, coroando Apolo e Minerva, a Iluminação e o Entendimento. Ela é a Laureada, a “Coroa dos Magos” da 22.ª lâmina do Tarot.

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