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Archive for 2 de Fevereiro, 2008

satiro2.jpghauntedmini.jpgApresentação “O Sátiro”

Seduzido pela poesia da Melita, e depois de muita insistência minha, aqui estou, a seu lado na aventura da blogosfera.
Vou tentar ser radical, contundente,rebelde e muito politicamente incorrecto.
Proclamar aquilo que é censurado,esquecido e mediatizado com facciosismos “modernos”.

Enfim, satirizar as ideias que moldam as “verdades” actuais.

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farol-miniatura.jpgO Farol

Vamos acrescentar mais algum conhecimento novo a este blog.

Salteadores da Arca, com mais um Salteador!
História Antiga para que as gentes de hoje se relembrem quem foram, quem são e para onde vão.

É importante não esquecer a memória dos povos. Relembrar é ensinar esta geração e as próximas que existir hoje é a continuação de uma recta que vem detrás para o futuro, e aqui é o presente.

O conhecimento é a salvação da humanidade.

Farol de Alexandria

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 As águas maravilham-se entre os lábios e a fala, rápidos em Sintra espelhos surgem como pássaros, a luz de que se erguem acontece às águas, à flor da fala divide os lábios e a ternura. Da linguagem rebentam folhas duma cor incómoda, as de que maravilhado de água surges entre livros, algum crime, um menino a dissolver-se ou dele os lábios e ergues equívoca a luz depois. Rápidos

espelhos então cercam-te explodindo os pássaros.

 

 

Luís Miguel Nava Películas (1979) In Poesia Completa 1979-1994

Lisboa, Dom Quixote, 2002

 

 

 

LUÍS MIGUEL NAVA

 

Nasceu em 1957, em Viseu. Nesta cidade, fez a instrução primária e o ensino secundário. Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, onde foi assistente entre 1981 e 1983. Partiu depois para Oxford, como leitor de Português, aí permanecendo três anos. Fixou-se em Bruxelas desde 1986, desempenhando o cargo de tradutor do Conselho das Comunidades Europeias. Nesta cidade, no seu apartamento, foi brutalmente assassinado em 1995.

A Fundação Luís Miguel Nava, instituída por testamento do poeta, publica desde 1997 a revista Relâmpago e atribui um prémio de poesia anual.

  Obra de Luís Miguel Nava:   Poesia: Películas (1979) – Prémio Revelação da Associação Portuguesa de Escritores

A Inércia da Deserção (1981)

Como Alguém Disse (1982) Rebentação (1984) O Céu Sob as Entranhas (1989) Vulcão (1994) Ensaio e antologia: O Pão a Culpa a Escrita (1982) A Poesia de Francisco Rodrigues Lobo (1985) O Essencial Sobre Eugénio de Andrade (1987) Antologia de Poesia Portuguesa – 1960/1990 (1991)

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Da ligação dos Celtas do Norte do território com os primitivos Iberos, nasceram os Celtíberos que viriam a estar na génese dos primitivos Portugueses, logo se fundindo com o restante da população Lusitana do Centro e parte do Sul do que hoje é Portugal.

Todos nós sabemos mais ou menos dos acontecimentos que levaram à fundação de Portugal, nomeadamente da batalha de São Mamede em que Afonso Henriques combate a sua mãe vencendo-a. No entanto não podemos deixar de afirmar que Afonso Henriques mais não era que EL RIKE, o “Rei (Rike, Rishi) e Guerreiro Divino (El)”, indo fundar a Nação primeira de todas da Europa: Porto-Graal, posteriormente Portugal, atribuindo a sua fundação e protecção a uma Confraria Secreta Supra-Iniciática de quem ele era o próprio Grão-Mestre –sobre todas as outras a Soberana Ordem de Mariz, a qual manteve e mantém o ancoramento da0 Energia Crística na Pessoa Excelsa da Mãe Divina nesta nossa Pátria Privilegiada, irradiando daqui a todo o Continente e ao Mundo, tendo por “omphalo” o próprio Templo de Cristo e Maria no Mundo dos Deuses cuja abóbada é a própria Montanha Sagrada de Sintra.Sendo uma Emanação Divina como todas as outras verdadeiras Ordens da OBRA DE MELKITSEDEK, o REI DO MUNDO, a Ordem de Mariz não está exteriorizada no plano físico profano, secular sob a influência funesta da Kali-Yuga ou “Idade Sombria” afligindo todos os seres viventes sobre a Terra, mas, contudo, é a Mentora Secreta de vários Movimentos Ocultos e Iniciáticos agindo no solo nacional e internacional. O seu Pendão de borlas douradas e brancas (cores indicativas de Cristo e Maria), ou melhor, azul suave quase branco, possui no pano as duas cores básicas verde e vermelha, as quais representam respectivamente as duas Energias Cósmicas fundamentais, Fohat e Kundalini, pomo de uma Yoga muito secreta levada a efeito pelos seus Preclaros Membros mas também realizada (por ser a Realização de Deus) pelos Munindras da C.T.P., e… por ordem causal e não de casualidade, tais cores além de serem as da actual Bandeira Pátria, foram também as de duas Instituições exteriores que lhe montaram “Círculo de Resistência”: a Ordem de Avis e a Ordem de Cristo.Esta protecção da MÃE DIVINA à Nação Eleita por seu Divino Filho aquando do Milagre Patrocristológico ao Insigne El Rike, tem-se feito sentir ao longo de toda a sua História,sendo que Mariz é Maris e Maria, será a Ordem Representativa desta, inspiradora da fundação daquelas citadas acima, quem posteriormente protagonizou a Missão Lusa dos Portadores da Luz de Deus “por mares nunca antes navegados”, encabeçando a expansão universalista de Portugal na sua Missão de “dar novos mundos ao mundo”, na realização concreta da Vontade Divina –“Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce”…

Portugal, como Cabeça Eleita do Quinto Império (o Império do Espírito Santo ou da Era de Aquário), ostenta na sua bandeira mais que sagrada as cinco quinas indicadoras do Quinto Centro Universal ou Chakra Planetário, sendo também as cinco chagas por onde correu o Sangue Real (donde Sang Greal e Santo Graal) de Cristo que desceu pelos veios tortuosos da Terra desde Jerusalém espiritualmente perdida a Sintra divinamente achada!… Por isso e muito mais ainda, este só podia ser o País do Porto-Graal, cujo Povo singular agrega em si, numa miscegenação racial singular, as mais diversas etnias (celtas, lusitanos, romanos, godos, germanos, judeus, árabes, etc.) que o tornam efectivamente o Populus Lusus ou Povo da Luz…de Deus neste seu Trono ou Terra Eleita – Lux-Citânia ou Porto-Graal…

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“Quem nasce em Portugal é por Missão ou Castigo” – Profecia lapidar da Montanha de Sintra.

E a nossa grande Raça partirá em busca de uma Índia nova, que não existe no espaço, em naus que são construídas «daquilo que os sonhos são feitos». E o seu verdadeiro e supremo destino, de que a obra dos navegadores foi o obscuro e carnal ante-arremedo, realizar-se-á divinamente.

Profecia de Fernando Pessoa, extraída de A Nova Poesia Portuguesa no Seu Aspecto Psicológico, in A Águia, nº 12, II série.

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O Raio Elemental dos Metais possui seus mais dignos e sagrados representantes. Esses sete metais vêm a ser o corpo físico de 7 classes distintas de elementais mágicos, os quais estão intimamente ligados Hierarcas Divinos que regem toda a nossa evolução interior e exterior.
Os 7 metais sagrados, os planetas e os Arcanjos são:

Prata (ligado à Lua e ao Arcanjo Gabriel);
Mercúrio (planeta Mercúrio e a Rafael);
Cobre (Vênus e Uriel);
Ouro (Sol e Michael);
Ferro (Marte e Samael);
Estanho (Júpiter e Zacariel);
Chumbo (Saturno e Orifiel).

Cada Reino possui guardiães, cada espécie, cada forma, etc…, fazem parte de uma hierarquia, que vai de uma simples forma inanimada ao mais exaltado dos Seres Cósmicos do Sistema Solar. Nossa evolução planetária está regida principalmente pelos 7 Supremos Reitores, os chamados 7 Anjos que estão na presença de Deus. Eles, sim, são os verdadeiros Senhores dos 7 Raios.
Esses seres sagrados são os Regentes Supremos que guiam toda a evolução elemental e humana em nosso planeta. Cada um deles mora em um Templo-coração e este Templo se encontra no centro magnético de um determinado planeta.

Eléctrum Mágico

Pode-se receber o benefício mágico, magnético, dos 7 metais planetários colocando-se uma pequeníssima fração desses mesmos metais atrás de um medalhão consagrado.

Quando se coloca os 7 metais e se abençoa o pentagrama, ele recebe o nome de Eléctrum Mágico.
Isso o torna um poderoso selo de proteção e equilíbrio para todo estudante gnóstico.

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