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Archive for 1 de Fevereiro, 2008

Perto do Castelo dos Mouros existe o Palácio da Penha,cujo nome provém das grandes rochas ou penhas que tiveram de cortar para o fazer, não tendo o seu nome nada a ver com a palavra Pena, como erradamente se pretende.

Mandado construir pelo rei D. Fernando II, com projecto do Barão de Eschwege, no ano de 1840, o Palácio da Penha é um tesouro de arquitectura oculta e simbólica, apesar dos positivistas e enciclopedistas da nossa praça não o distinguirem de qualquer outra construção.

Esta situação pode verificar-se no que diz respeito à famosa Janela do Gigante, da qual os apenas entendidos em arquitectura consideram “composição monstruosa, com um gigante cujas pernas são caudas de sereias, assente em grande concha e sustentando pesada janela saliente, tudo com uma decoração excessiva”.

Mas, afinal, uma leitura mais atenta, por quem possua olhos para ver, verificará tratar-se do deus Neptuno, dominador dos elementos Água, Fogo e Ar – por isso a janela que sustenta possui três aberturas.

Segundo a opinião de entendidos na Kaballah, falta o elemento Terra, levando a pensar ser desta janela que um observador atento, num momento propício, poderá descobrir o mistério dos subterrâneos da Serra de Sintra ou da Lua.

É de realçar o facto de D. Fernando II ter comprado, igualmente, o Castelo dos Mouros dando 761 mil réis por toda a zona, ficando com a obrigação de cuidar da sua conservação.

Depois da morte deste Rei Ocultista, em 1885, toda a propriedade ficou na posse da sua segunda esposa, a Condessa de Edla, que a vendeu ao Estado pela soma de 310 contos.

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Existem, na Quinta da Penha Verde, restos de um Templo dedicado à Lua onde duas lápides, escritas em sânscrito – idioma nunca falado na Europa – e trazidas de Somnath-Patane pelo Vice-Rei da Índia D. João de Castro, contam a história da união do Oriente com o Ocidente, verdadeiro tratado ensinando a viver-bem segundo as regras canónicas do Espírito Santo, neste caso e a quem são dedicadas as lápides, Shiva.

Uma das estelas ou lápides sânscritas
na Quinta da Penha Verde de Sintra

Talvez não seja, pois, em vão tudo quanto se escreveu e disse acerca do possível Quinto Império de Portugal, desde que o entendamos não como um domínio terreno ou colonial mas como um Império espiritual e universalista.

Quando o compositor Richard Strauss visitou a zona da Montanha da Lua considerou-a a coisa mais bela que tinha visto. Referindo-se ao parque, mandado construir por D. Fernando II, comparou-o ao jardim de Klingsor enquanto apontando o Castelo dos Mouros, lá no alto, definiu-o como o Castelo do Santo Graal.
Para quem conheça a história de Parsifal talvez não seja necessário acrescentar mais nada…

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Original é o poeta que chega ao despudor de escrever todos os dias como se fizesse amor. Esse que despe a poesia como se fosse uma mulher e nela emprenha a alegria de ser um homem qualquer.”(Poema de José Carlos Ary dos Santos)

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Será esta Montanha, às portas de Lisboa, uma das Cem Portas do mais fabuloso que mítico Reino de Agharta, onde “reside” o Rei do Mundo?

A Tradição portuguesa é fecunda quanto a referências sobre as grutas e túneis sintrenses, chegando a fazerem parte das lendas do povo de regiões afastadas da Montanha da Lua. A Serra de Montejunto, por exemplo, localiza-se a cerca de cinquenta quilómetros a Nordeste da Serra de Sintra mas os seus habitantes, segundo o livro de António Oliveira Melo, António Rodrigues Guapo e José Eduardo Martins, “O Concelho de Alenquer”, pensam e garantem: – A terra e o mar interpenetram-se. De uma ponta à outra, da serra de Sintra à serra de Montejunto, a montanha está rota por baixo e o mar chega a entrar por ela dentro.

Será esta Montanha, às portas de Lisboa, uma das Cem Portas do mais fabuloso que mítico Reino de Agharta, onde “reside” o Rei do Mundo?

 

 

 

O reino de Agharta

O reino de Agharta terá sido fundado por sobreviventes do continente perdido de Atlântida quando este foi engolido pelas águas do Oceano Atlântico há cerca de 11.500 anos.

Os atlantes (habitantes de Atlântida) teriam conhecimento desse mundo subterrâneo e teriam construído túneis interligando as principais cidades do mundo antigo entre si e com o continente no interior da Terra.

Quando Atlântida começou a afundar, eles se refugiaram no interior da Terra com todos os seus sábios. Acredita-se que a cidade de Lhasa, no Tibete; que a base da Pirâmide de Gizeh, no Egito; que as principais cidades astecas, maias e incas possuem túneis interligando-as Agharta.

A civilização de Agharta seria uma continuação da civilização atlante, amante da paz e dedicada à pesquisa científica, sendo capaz de aproveitar as forças naturais.

Seu dirigente seria o Rei ou Senhor do Mundo cujo representante na Terra seria o Dalai Lama.

Durante vários anos, Agharta teria enviado à superfície vários emissários para ensinar a espécie humana e salvá-la de guerras, catástrofes e destruição. Os principais emissários seriam Quetzalcoatl, Jesus Cristo, Buda, Manco Copac e Kut-Humi.

Diz-se que Osíris teria sido, também, um emissário de Agharta.

Agharta teria alcançado um elevado grau de civilização, de organização econômica e social, e de progressos culturais e científicos. Suas cavernas seriam iluminadas por uma luz resplandescente que permitiria o cultivo de vegetais e proporcionaria a seus habitantes uma vida longa e livre de doenças.

 

 

Quando o compositor

Richard Strauss

visitou a zona da Montanha da Lua

considerou-a a coisa mais bela que tinha visto.

Referindo-se ao parque,

mandado construir por D. Fernando II,

comparou-o ao jardim de Klingsor enquanto apontando

o Castelo dos Mouros,

lá no alto,

definiu-o como o

Castelo do Santo Graal.

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