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Em causa está um relatório intitulado “Obras Públicas Municipais – Sobre o Estado da Arte” da autoria de Fernando Nunes da Silva, vereador do  movimento Cidadãos por Lisboa. Este relatório, conta o Público, apontava graves falhas às práticas de contratação de empreitadas em vigor nos  serviços da câmara, chamando a atenção para a grande quantidade de  ajustes diretos e a “vulgarização dos trabalhos a mais”.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=665471&tm=8&layout=121&visual=49

A TÂMARA

Benefícios nutricionais

A tâmara é muito nutritiva por conter proteínas, açúcar, sais minerais e vitaminas, sobretudo, a vitamina C, que neste fruto existe entre 50 a 100 vezes mais do que na banana, 8 a 17 vezes mais do que na laranja, 75 a 150 vezes mais que nas pêras, e 50 vezes mais do que na maçã.

 

Uma característica marcante na composição da tâmara é o facto de, para além de muito doce, ser extremamente rica em fibras e uma excelente fonte de potássio, ferro e cálcio.

 

Hidratos de carbono simples e complexos Podemos dizer que a tâmara é composta por 72% de hidratos de carbono simples e complexos. Isso faz dela um dos alimentos mais energéticos que se conhecem (274 Kcal por 100 gramas de tâmara seca). Deste modo, são ideais para aqueles que precisam de muita energia, como as crianças, os desportistas, os executivos, entre outros.

 

Minerais A tâmara ajuda a manter os níveis de minerais necessários. Os sais minerais desempenham funções vitais no nosso corpo, tais como manter o equilíbrio dos fluidos, controlar a contracção muscular, transportar oxigénio para os músculos e regular o metabolismo energético.

 

Açúcares Complexos É uma fruta muito doce. A tâmara fresca contém entre 20% e 36% de açúcar, enquanto as secas possuem entre 55% e 80%. Devido ao seu conteúdo de açúcares complexos, este fruto permite ao organismo um processo de metabolização demorado.

 

Esta é uma qualidade interessante quando temos que manter um ritmo intenso de esforço físico ou mental por um período longo de tempo (desportos de resistência, provas de longa duração, ou até mesmo um ritmo laboral intenso).

 

Vitaminas As tâmaras são também ricas em vitamina B5 (ácido pantoténico), conhecida pelos seus efeitos tranquilizantes. Por isso, há quem designe as tâmaras de “doses naturais anti- stress” pela capacidade que estas têm de proporcionar uma sensação de bem-estar e de relaxamento.

 

Devido a esta característica, também pode ser interessante comer algumas tâmaras antes de dormir, já que contêm triptófano que estimula a formação de melatonina, de modo a contribuir para um sono tranquilo e evitar a insónia.

 

 
 
 

Número Um

O número um indica unidade. Palavras como: uno, único, unido, unidade, unicidade e união dele se originam. O número um nos dá idéia de estabilidade, de exclusividade, de força, sendo um número estável e absoluto. Muitas organizações mundiais, como União Européia, Nações Unidas, Estados Unidos, e outras, usam os seus derivados.

Quando o Mandamento número um do Decálogo é riscado, toda a obrigação da criatura para com o Criador fica anulada. Então ela se volta para outros deuses do paganismo e para a feitiçaria, que sempre têm trazido desgraças sem conta para a humanidade.

O número um aparece pela primeira vez na Bíblia em Gênesis 1:9, que diz: “E disse Deus: ajuntem-se as águas debaixo dos céus, num lugar”. A grande declaração de fé de Israel diz: “Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Deus” (Deuteronômio 6:4). Aqui o número um significa a Unidade Composta em vez de uma simples unidade. São três personalidades em um só Deus.

Embora a palavra “num” apareça pela primeira vez em Gn-1:9, a palavra “um” só vem surgir em Gn-11:6, =onde se lê: = “Eis que o povo é um e todos têm uma mesma língua”. O Apóstolo Paulo diz em Ef-2:18-19: “Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito”. Por isso todos os cristãos devem guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz, pois há um só corpo e um só Espírito. O cristão foi chamado em uma só esperança, em um só Senhor, uma só fé e um só batismo. Com isso ele quis dizer : em tudo que é correto, em tudo que é absoluto, em tudo em que as coisas concordam, isto é, no número um, que é Deus. Em Gn-2:24 a Bíblia diz que o homem e sua mulher “serão ambos uma só carne”.

Número Dois

O número dois é usado em toda parte como o número da divisão. Em Am-3:3 lemos:”Andarão dois juntos se não estiverem de acordo?” Em Gn-2:21, lemos: “O Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão… e tomou uma de suas costelas…e da costela…formou uma mulher”. Da unidade Deus formou outra unidade, a fim de, somando-as, chegar ao Número Dois. Não é estranho que a divisão das tribos de Israel tenha começado no Livro de Números e chegado ao fim na época de Cristo? Vemos aqui duas etapas que se completam num intervalo de 4.000 anos(4 dividido por 2 é igual a 2). Quando Jesus falou em estabelecer o seu reino, os discípulos não entenderam. Tanto que os dois filhos de Zebedeu -Tiago e João – pediram:”Concede-nos que na tua glória nos assentemos um à tua direita e outro à tua esquerda” (Mc-10:37).

O Velho Testamento está dividido em duas partes – a lei e os profetas. Moisés foi o representante da lei e Elias, dos profetas. Em Zc-14:4, lemos: “E naquele dia estarão os seus pés (do Senhor Jesus) sobre o Monte das Oliveiras…e metade do monte se apartará para o norte e a outra metade para o sul”. Aqui temos duas metades partindo de uma unidade. A primeira vez em que o Número Dois aparece na Bíblia é em Gn-1:16,onde se lê:”E fez Deus os dois grandes luminares…”.

Esses luminares dividiriam o tempo em dia e noite.

Número Três

O número três é a soma da unidade mais a divisão da mesma, sendo a fórmula Trinitariana do Deus único na Trindade. A Bíblia diz que”Deus é Espírito”. Contudo, o Filho se tornou homem. Enquanto isso, o Espírito Santo é apresentando como “Senhor” e, portanto, Deus, como o Pai e o Filho, em Atos 21:11, quando Ágabo diz:”Isto diz o Espírito Santo”. Em 2ªCo-3:17, Paulo também diz:”O Senhor é Espírito.

Mesmo sendo a Segunda Pessoa da Trindade, o Senhor Jesus Cristo veio ao mundo em carne, a fim de dar a Sua vida em resgate pela salvação dos pecadores. Ele diz em João 14:9 “…Quem me vê a mim vê o Pai…”. Claro que Ele não se referia ao corpo do Pai, mas ao Seu Espírito, do mesmo modo como diz: “Estou em meu Pai” (Jo-14:20). Sendo o Número da Trindade, o Número Três é o número universal da felicidade verdadeira, que só existe na comunhão com Deus. Este número se apresenta em vários aspectos no universo:

1. A Trindade é constituída de três Pessoas – o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

2. O tempo é constituído de três partes – passado, presente e futuro.

3. A história também se divide em três partes: passado, presente e futuro.

4. O espaço é constituído de três dimensões: comprimento, largura e profundidade.

5. A terra é vista de três ângulos: céu, terra e mar.

6. O homem é constituído de três partes: corpo, alma e espírito.

7. A família se constitui de três partes – pai, mãe e filho.

8. Hegel disse que só se pode resolver um problema, quando se tem as três partes do mesmo: a tese, a antítese e a síntese.

9. A costureira tem três fases em seu trabalho: desenha o molde, corta o tecido sobre o mesmo e em seguida costura o tecido.

10. Quando uma pessoa crê em Jesus Cristo de todo o coração (parte 1), e confessa o Seu Nome (parte 2), ela é salva (parte 3) (Romanos 10:9-10).

11. Cada verso da Escritura possui três aplicações: histórica, doutrinária e espiritual.

12. A Bíblia se compõe de três partes – O Velho Testamento, o Novo Testamento e o Senhor Jesus Cristo – Este, sentado à destra do Pai, no céu.

O Velho Testamento termina em Ml-5:5-6,com esta profecia:”Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor…” Jesus veio. O N.T.termina em Ap-22:20, com estas palavras: “Ora, vem, Senhor Jesus”.

Como se pode ver,os dois Testamentos estão incompletos,até que venha a terceira parte da Bíblia – o Senhor Jesus Cristo – a própria razão da Bíblia, por ser o VERBO, através do qual Deus fala com o homem. E por isso é necessário que Ele venha pela segunda vez. Deus nunca fez coisa alguma incompleta.

Em Jo-1:1,lemos que Jesus é “o Verbo”. Em Ap-19:13 lemos:”O nome pelo qual ele (Jesus) é chamado é a palavra de Deus”. Jesus é a Palavra encarnada, assim como a Bíblia é o Verbo encadernado (escrito),o Filho presente na Escritura.

Em Jo-5:7 lemos:”Porque três são os que testificam no céu:o Pai, a palavra e os E.Santo; e estes três são um”. Então fica evidente que a Bíblia estará incompleta, até que venha o Senhor Jesus Cristo, em Sua Segunda Vinda.

Já vimos que o número três representa a Trindade. Todas as coisas importantes do universo se manifestam de três maneiras, para serem completas.

O Senhor Jesus Cristo é o másculo Criador e Sustentador do universo(Hb-1:3).

É o Filho de Deus encarnado, crucificado e glorificado (três etapas) Ele revela o Pai, revela a Si mesmo e revela o Espírito Santo.

Número Quatro

O número quatro aparece pela primeira vez na Bíblia em Gênesis 2:10, que diz: ‘E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços’. Em Gênesis 14 encontramos quatro reis- o de Sinear, o de Ela-sar, o de Elão e o de Goim – fazendo guerra contra os cinco (número fatídico) de Bera, Birsa, Sinabe, Semeber e o rei de Belá.

Do número quatro se origina a palavra quarto, a qual aparece pela primeira vez na Bíblia e em 1ªRs-22:41, que diz:”No quarto ano de Acabe, rei de Israel…”

Em Êx-29:40 temos a quarta parte de um him, determinando a quantidade de coisas que deveriam ser usadas no sacrifício.

Supõe-se que o número quatro é o que representa a terra. A Bíblia não coloca muita ênfase neste assunto. Ele é considerado o número da terra porque esta possui quatro estações: primavera, verão, outono e inverno. Contudo, na Bíblia as estações mencionadas são seis: inverno, verão, sementeira, colheita, frio e calor, conforme Gênesis 8.

Recentemente foi comprovada pela ciência a existência de quatro cantos na superfície da terra são os quatro pontos cardeais: norte, sul, leste oeste. Juntando-se a isso o fato de existirem quatro estações pode-se realmente concordar em que o número quatro representa a terra. Os elementos básicos são quatro: fogo, ar, terra e água, o que é bastante significativo. Pelo menos era assim que os antigos pensavam. Contudo, na química moderna há dezenas de elementos.

Os antigos hebreus eram obrigados a compensar com quatro ovelhas, uma que tivessem roubado (Êx-22:1). Moisés recebeu ordem para colocar quatro argolas nos cantos de todos os utensílios do tabernáculo. Havia quatro fileiras de pedras (três pedras em cada fileira) representando os filhos de Israel. Sem dúvida a fórmula três vezes quatro está conectada com os filhos de Israel. Em Gn-4:10 lemos sobre o assassinato de Abel cometido por Caim. Aí temos a frase: “A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra”. Muitas coisas acontecem no capítulo 4, além da terra ter sido profanada com o sangue de um inocente. No capítulo 4 de Êxodo temos a vocação de Moisés. Em João 4 temos o diálogo de Jesus com a mulher samaritana. Pelo visto, o número dos capítulos tem algo a ver com a definição dos versos e com o número de versos.

A palavra quatro aparece mais vezes no capítulo 1 de Ezequiel do que em qualquer outro capítulo da Bíblia. Neste capítulo ela aparece dez vezes, falando dos “quatro seres viventes”, cada um com quatro rostos, cada um deles com quatro asas, etc. Sem dúvida trata-se de querubins e mais uma vez referindo-se à terra. Como iremos descobrir mais tarde havia cinco querubins da guarda, até que um deles perdeu o lugar diante do trono de Deus, tendo restado apenas quatro. Esses quatro querubins estão relacionados com coisas da terra:

1. Os quatro “tinham semelhança de homens”, a coroa divina da criação.

2. Os quatro “tinham mãos de homem” e os “seus rostos eram como rostos de homem”.

3. Cada um deles tinha quatro asas.

4. “Do lado direito todos os quatro tinham o rosto de leão”.

5. “Do lado esquerdo, todos os quatro tinham o rosto de boi”.

Como vemos, homem, leão, boi e águia são seres terrestres oriundos da criação divina – o homem racional e os demais irracionais.

As vestes de Jesus foram repartidas entre os quatro soldados e a quinta peça – a túnica inconsútil – foi lançada em sortes para ver quem a levaria.

Em Ap-7:1, lemos sobre os quatro ventos da terra. Aí temos os seres viventes (Ap-6:1) e o que o vento levanta. O altar das ofertas queimadas tinha quatro cantos. Lemos em Daniel 2 sobre o quarto reinado, que é o império romano, sendo que desse império – agora em renascimento – teremos o império do Anticristo. O quarto animal de Daniel 3:25 é um como filho do homem, isto é, o Filho de Deus, Jesus Cristo. Deve haver alguma significação para o fato de que Jesus veio até os discípulos andando sobre as águas na quarta vigília da noite. Provavelmente tipificando a sua segunda vinda e m Mateus 14:25 e Marcos 6:48.

Número Cinco

Depois do número treze, o número 5 é o menos apreciado porque tem relação com a morte. Contudo, alguns estudiosos de numerologia bíblica acham que ele se refere à graça. Este número tem relação com as cinco chagas de Cristo, conforme um hino composto por Charles Wesley, irmão de John Wesley, e também com as cinco peças do vestuário de nosso Senhor,na hora da morte. Desse modo, este número está ligado à morte, a qual resultou em graça para todos que aceitam pela fé o sacrifício vicário do Senhor Jesus Cristo. Ao mesmo tempo, ele significa morte eterna para todos os que o desprezam. A palavra graça tem cinco letras em inglês (e também em Português). É claro que esta palavra só se refere a uma entre bilhões de mortes no planeta terra. De fato, a única razão da morte de Cristo estar conectada ao número cinco é por causa da graça dela resultante. O “May-Day” é um sinal que aponta para a conexão deste número com a morte. Maio é o quinto mês do ano e pode ser que tenha algo a ver com a morte. Mas será coincidência que o sinal de SOS tenha quinhentos quilociclos e que se refira ao parágrafo cinco do código de acidentes marítimos? E que todo animal era sacrificado num altar do Velho Testamento de cinco por cinco? Nesse caso, não seria o altar um tipo de morte e, ao mesmo tempo, de graça e perdão de pecados?

O primeiro homem falecido de morte natural (e não assassinado como Caim)é citado no verso cinco do capítulo cinco de Gênesis. Esse homem foi o pai da raça humana, o qual, pela sua desobediência a Deus, trouxe a morte para todos os homens. Enquanto isso, o segundo Adão, Cristo, pela sua morte, trouxe a graça a todos os que nele crêem.

O homem mortal, condenado a voltar à terra de onde veio, tem cinco dedos em cada mão e cinco artelhos em cada pé. Também a estátua do sonho de Nabucodonosor, representando os governos mundiais, tinha cinco artelhos em cada pé e estes significam destruição. Quando a pedra (Cristo) for arremessada e destruir a imagem (provavelmente representando as dez nações gentílicas reunidas contra o povo de Deus), ela será arremessada diretamente contra os artelhos da estátua, ou seja, duas vezes cinco, somando dez, que é o número dos gentios.

Número Seis

Noé tinha quinhentos anos quando o Senhor entrou em contato com ele ordenando-lhe que fabricasse a arca. Ele tinha seiscentos anos quando entrou na arca e assim chegamos ao número seis.

Como Noé “achou graça aos olhos do Senhor”, pode-se dizer que esses quinhentos anos representam graça.

O número seis é o número do homem. Ele aparece pela primeira vez em Gn-7:6, referindo-se à idade de Noé quando entrou na arca. Em Gn-1:31, lemos sobre o sexto dia, quando “viu Deus tudo quanto tinha feito e eis que era muito bom”. Foi no sexto dia que Deus criou o homem, daí porque o número seis deve ter algo a ver com o homem. Este número aparece muitas vezes no livro de Gênesis, porém a menção mais importante é a do anos de Noé, quando entrou na arca. Muitas vezes encontramos seiscentos homens na Bíblia. Tudo que está na Bíblia deve ser encarado como literalmente verdadeiro. O número de almas que desceram ao Egito em companhia de Jacó era realmente 66. Quando Faraó mandou perseguir os filhos de Israel foram usadas seiscentas carruagens. Em 1ªSm-30:9 e em 2ª Sm-15:18, acreditamos literalmente no número seiscentos que aí aparece, como acreditamos também em todas as demais citações bíblicas. Deve haver algo realmente significativo com referência a este número de homens que na Bíblia é referido como uma multiplicação de seis vezes cem. Em 1ªSm-26:13,39 ele se refere em geral ao exércitos dos”sem terra” e “sem teto” comandados pelo guerreiro Davi. Davi foi um tipo de Cristo, nesses capítulos, quando apareceu acompanhado dos sedentos de justiça.

O Senhor teve muito cuidado quando relatou o número de peixes que enchiam a rede “cento e cinqüenta e três grandes peixes” a soma desses três algarismo – nove está conectada a produção de alguma coisa. Tudo na Bíblia é perfeito e correto e os que rejeitam as palavras do Livro Santo são ignorantes e Orgulhosos. Não conhecemos um milésimo do que gostaríamos de conhecer deste Livro inigualável, ele é maravilhoso e grandioso, por mais que estudamos a Bíblia ainda assim não teremos conseguido chegar a uma boa porcentagem do que esse Livro maravilhosamente perfeito e eterno tem para me ensinar.

Os seis dias da criação são sempre repetidos na Bíblia em conexão com o representante do sétimo dia. O livro menciona muitas vezes os seis dias (Êx- 16:26; 30:11; 21:12; 23:10,12). A nuvem cobria o tabernáculo durante os seis dias conforme Êxodo 24:16. O candelabro de ouro do tabernáculo tem sete lâmpadas sobre ele, mas é feito de apenas seis peças pois a sétima é a parte central do mesmo. Lemos sobre seis nomes de judeus sobre uma pedra e seis nomes sobre a outra pedra em Êx-28:10. Quando os judeus alcançaram a terra prometida foram doutrinados a ter seis tribos em uma montanha e seis tribos na outra, lendo as maldições da lei. Contudo, na divisão das doze tribos, Judá ficou com duas tribos e Israel com dez o que não é compreensível. Jericó foi rodeada durante seis dias antes de cair, no sétimo dia. Os gigantes possuíam, de fato, seis dedos e seis artelhos respectivamente, em cada mão e em cada pé (2ªSm-21:20), o que mostra que eram realmente super homens.

Salomão foi um tipo de Anticristo – com muita sabedoria secular – cujo trono tinha seis degraus e seis leões de cada lado do trono perfazendo a soma de 666. Isso nos conduz a muita especulação sobre o fato de que o número seis está relacionado com o homem. O Anticristo é um super homem, um homem poderoso, que faz parte da trindade profana, cujo número é 666. Para ser um homem divino ele teria de possuir o número 777, o qual ultrapassa a fronteira da física e até mesmo da percepção extra sensorial.

O anticristo será um homem três vezes decaído. Isto é, o 666 de Apocalipse 13:8.

O número 666 aparece em Es-2:13 falando dos filhos de Adonicão, o homem da rebelião. Isso acontece outra vez apenas em 2ªCr-9:13, referindo-se ao peso dos talentos de ouro recebidos pelo Rei Salomão. E por que sempre no verso 13? Que tal uma coincidência de três contra um em trinta e um mil versos da Bíblia? O número 666 aparece ainda em 1ªRs-10:14 referindo-se ao mesmo homem, à mesma coisa, às mesmas medidas e aos mesmos artigos mencionados em 2ªCr-9:13. Como – podemos separar esse ouro ou imagem de ouro – da cabeça da estátua de Nabucodonosor rei da Babilônia, da besta de Apocalipse 13, que tem boca de leão, controla todo o ouro e cujo número é 666, o qual se apresenta em um verso divisível por seis e encontrado em Es-2:13, onde o homem mencionado – Adonicão – significa “senhor da rebelião”? As coincidências são fortes demais: ouro, leões, reis, rebelião, ditadura mundial.

Quando o Senhor Jesus Cristo estava agonizando na cruz era a hora sexta e as trevas tomaram conta de toda a terra (Lc-23:44), trevas que perduraram até às três horas da tarde – a hora nona. Desse modo, o dia foi dividido ao meio na hora sexta. O número seis tem algo a ver com a divisão do tempo. Seis meses são a metade de uma ano. A hora sexta é a divisão do dia. É interessante como a combinação do três com o seis é usada quando se refere a divisão do tempo da grande tribulação – a anos e seis meses, três dias e meio – esta combinação aparece sempre e sempre na Bíblia em conexão com a ressurreição de Jesus Cristo e o reinado do Anticristo. A contagem dos 42 e dois meses aparece como três anos e meio. A contagem dos 1260 dias parece em Ap-11, tempo em que as duas testemunhas vestidas de saco receberão poder para testemunhar do evangelho aos habitantes da terra. Essa medida de três anos e seis meses corresponde à medida de um tempo, tempos e metade do tempo de Dn-12:7.

O número seis tem a ver não apenas com o homem, mas também com a divisão do tempo em relação ao homem. Os dias deste são numerados(Sl- 139:16). Deus ordenou sua bênção sobre os judeus no ano sexto (Lv-25:21), a fim de pudessem descansar no sétimo ano. Seis cúbitos têm a ver com o homem no livro de Apocalipse. O número seis tem muito a ver com os acontecimentos do nosso tempo.

O sábado é um tipo de sétimo milênio, do reinado milenar de Cristo. A época em que vivemos, com a qual se relaciona o número seis deve estar indicando a próxima chegada do número sete. Nesta era dos números seis, nós os crentes bíblicos devemos aguardar ansiosamente, não a chegada do Maytréia (666), que nada tem a ver conosco, mas a chegada do 777 que tem tudo a ver conosco. O homem 666 é o homem de ferro, totalmente eletrônico, computadorizado, impiedosos, cruel e absolutista. Ele será muito pior do que Nero, Hitler e qualquer ditador cruel que foi mostrado pela história, será altamente cruel e satânico, bem como seu governo religioso e político.

Número Sete

Não é preciso fazer grande pesquisa na Bíblia para se constatar que o número sete é realmente o número da perfeição. Quem gosta de ler comentários bíblicos acaba caindo no erro de acreditar que os números da Bíblia são arredondados e não literais.O número mil, por exemplo, referindo-se ao Reinado Milenar de Cristo, e os 300 homens do reduzido exército de Gideão, são encarados por alguns comentaristas cristãos como números arredondados, e por aí a fora. Ultimamente tenho lido, alternadamente, os Comentários de Gênesis e Apocalipse, do Dr. Peter Ruckman, o qual acredita piamente em tudo que é dito na Palavra. Tenho sempre acreditado que todos os números da Bíblia são literais e têm um propósito específico, porque Deus não é homem para que minta e é PERFEITO em Sua Palavra.

O número sete é perfeito e exclusivo, no universo. Nele temos a soma da Terra (4)com o número da Trindade Santa(3). A Bíblia diz,em Gênesis 1, que Deus fez o mundo em seis dias e descansou no sétimo dia. Quando os judeus pediam sinais da existência do EU SOU, Deus lhes deu o sétimo dia para descanso, pois na civilização pagã daquela época o descanso era de dez em dez dias.

Deus quis ser mais benigno para o seu povo. Em Apocalipse lemos sete vezes a expressão “este livro”. Nele temos as sete igrejas, os sete selos, as sete trombetas, os sete anjos, as sete taças e, finalmente, a vitória do Cordeiro, que seria o número 777, contrastando com o número 666, da trindade profana, nas pessoas do Anticristo, do falso profeta e da besta.

Alguns críticos liberais costumam afirmar que “a Bíblia é uma gota d’água no oceano da verdade”. Ora, se a Bíblia é a Palavra de Deus escrita e Jesus é a Palavra encarnada, sem a menor sombra de dúvida, devemos concluir que a Bíblia é a Verdade, conforme o próprio Jesus declarou em João 17:17.

Assim como o número dez é o número dos gentios e o número sete é o da perfeição, e, portanto, da verdade, o número do capítulo e do versículo de João, acima referidos(17), apontam para a Verdade no tocante aos gentios (número dez) e ao número perfeito (sete), para lhes mostrar a verdade, isto é, a “Palavra” que lhes foi entregue, através do Novo Testamento, para a salvação da humanidade.

Em Levítico,capítulos 23 e 25, vemos que Deus jamais realizou qualquer coisa imperfeita ou incompleta. A palavra “sete” em Hebraico é a mesma para “jurar” (garantir). Nesses dois capítulos de Levítico temos os sete dias da semana.

Lemos sobre as sete semanas que antecedem a Páscoa. Lemos sobre os sete meses que antecedem a Festa dos Tabernáculos. Lemos sobre os sete anos que antecedem a libertação da terra. Lemos do número de anos (setenta vezes sete) que antecedem uma nova era judaica – o Jubileu dos Jubileus – 490 anos.

Deus tem dividido as eras em períodos de sete. A história de Israel sempre foi dividida em períodos de setenta vezes sete anos. Jesus mandou que os apóstolos perdoassem as ofensas setenta vezes sete. O corpo humano muda de células cada sete anos. Existem apenas sete cores. Dessas sete cores se originam os milhares de outras tonalidades. Se temos o vermelho, o amarelo, o azul, o laranja, o verde, o preto e o branco, podemos fabricar todas as demais.

Número Nove

O número nove parece estar ligado à produção de frutos. É um número que nos faz lembrar Abraão, aos noventa e nove anos de idade, quando Deus fez com ele o pacto. Cristo disse que “se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só,mas se morrer produz muito fruto” (Jo-12:24). O fruto do Espírito Santo apresentado em Gl-5:22-23, está assim dividido:três são interiores, três são exteriores e três são teocêntricos. Notamos que há nove dons do Espírito Santo na 1ªCo-12, referindo-se a poder e ao caráter conforme Gálatas 5:22-23.

Em Gn-9:9 temos um pacto:”E eis que estabeleço a minha aliança convosco e com a vossa descendência, depois de vós”. Este pacto foi feito com Noé e os seus três filhos. Mais tarde, Deus fez outro pacto com Abraão, quando este contava noventa e nove anos (Gn-17:1-1+7+1=9). Não é interessante? Ora, é dito que Abraão já era “amortecido” por causa da idade, mas mesmo assim ele produziu fruto. Lemos sobre as novecentas carruagens de ferro em Jz-4:3. O leito de Ogue, rei de Basã tinha nove côvados de comprimento (Dt-3:11). Na era dos patriarcas esse número era muito importante. Em Gn-5, encontramos o número novecentos pelo sete vezes, em um só capítulo. Quando estudamos o número cinco mencionamos o May-Day, “o quinto mês”. Pelo visto há um fundo verdade em toda superstição. Contudo somente a Palavra de Deus é a verdade absoluta.

Lembramo-nos aqui das noventa e nove ovelhas obedientes e de uma que se extraviou. Jerusalém foi destruída no nono mês (Jr-52:4-6) A Bíblia foi picotada em Jr-36:23, no nono mês. Nove é o período de gestação para que as mulheres produzam fruto.

A visão de Pedro aconteceu na hora nona (At-0:9-17). Em Ez-24,lemos a respeito do nono ano, mas estas citações nada têm a ver com a produção de frutos. A melhor significação para o número nove é que ele é o triplo de três.

Contudo na maior parte das vezes o número nove apresenta boas conotações na Bíblia. As citações em que ele aparece indicam vidas mais longas dos seus personagens.

Número Dez

O número dez é facilmente localizável na Bíblia. É chamado número redondo pelos pesquisadores bíblicos.

O décimo homem depois de Adão foi Noé, o pai dos gentios. Talvez por isso é que os gentios estejam ligados ao número dez. Em Gn-10 se inicia o primeiro reino gentílico, o qual terminará com dez nações, conforme a visão de Daniel. Gn-10 trata da genealogia dos gentios. Em At-10, temos a abertura da porta do evangelho de Cristo ao gentios, no N.T. Em Jo-10.16, Jesus fala das ovelhas que não são do aprisco de Israel. A chamada missionária à pregação do evangelho se encontra em Rm-10. Em Ap-10, o Senhor põe os seus pés na terra e toma posse do reino entregue aos gentios por causa da incredulidade do povo judeu.

Dizem alguns eruditos em história bíblica que as dez tribos de Israel foram espalhadas pelo Ocidente, dando origem à Europa e às Américas.

A primeira vez em que o número dez aparece na Bíblia é em Gn-5:14 (5+1+4= 10). Os anos de vida de Cainã foram cento e dez, aparecendo aqui o número dez pela primeira vez. Antes da entrega das tábuas da lei, todos os povos eram gentios. A divisão dos povos, segundo o Novo Testamento, é feita entre gentios, judeus e igreja. Antes da lei, Abraão era apenas um gentio incircunciso. Depois o número dez aparece na Bíblia em Gn-16:3 (1+6+3=10). Em Gn-18:32,o número dez é encontrado em Sodoma e Gomorra, cidades não habitadas pelos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó, mas pelos cananeus (gentios). O número dez aparece três vezes em Gn-24:10,22,55, quando dez camelos saem e diz-se que Rebeca recebeu jóias pesando dez siclos, enquanto a mãe e o irmão desta pediram que Rebeca ficasse pelo menos dez dias ainda em casa com a família.

O número dez sempre se refere aos gentios. O último povo que governará a terra sob a égide da União Européia será uma federação de dez nações. Um reino unido de gentios, representado pelos dez artelhos da estátua do sonho de Nabucodonosor, o mesmo reino representado pelos dez reis de Ap-17. Este será o reino gentílico dominante,quando o Senhor Jesus Cristo voltar, a fim de estabelecer o seu reino milenar. Hitler, provavelmente o último tipo do Anticristo, dizia que o seu III Reich iria governar a terra por mil anos.

O primeiro reino gentílico foi estabelecido pelo caçador Ninrode, o número treze depois de Adão. A lei do domínio gentílico sobre o mundo, desde a apostasia do povo judeu, é tão certa como a lei da gravidade. Esse domínio começou com o cativeiro babilônico e deve perdurar até a volta do Senhor Jesus Cristo.

Jerusalém foi sitiada por Nabucodonosor no dia dez do décimo mês (2ªRs-5:21) o que mostra claramente que DEZ é o número dos gentios.

Número Doze

O número doze é um dos mais fáceis de se localizar na Bíblia.

Existem doze nações salvas na eternidade, visto como em Dt-32:7, lemos que o Senhor Deus estabeleceu as fronteiras das nações, conforme o número das tribos de Israel. São doze os filhos de Israel e eles têm doze distintivos de pedra no peito que lembram os de Êxodo.

Há doze meses em um ano. Jesus escolheu doze apóstolos em seu ministério terreno. Lemos que doze estrelas estão coroando a mulher de Ap-12,a qual representa a nação de Israel (e não Maria,como diz a hierarquia romana) com suas doze tribos. Lemos que há doze portas para as tribos, doze fundamentos na cidade, para os apóstolos, doze tipos de frutos na Árvore da Vida para a cura das nações, as quais são numeradas em doze, como as tribos.

O Livro de Daniel tem doze capítulos que tratam da salvação de Israel durante a Tribulação. Em Gn-12 o primeiro homem é chamado para fora do povo gentílico, a fim de iniciar o povo judeu. Seria bom examinar os livros,Nm-12 e Ap-12, a fim de constatar como o número doze se refere à nação de Israel. Ainda há muitas coisas sobre o número doze, um dos mais proeminentes na literatura bíblica, que aqui não foram ditas por falta de tempo e espaço.

Número Treze

Este número apresenta algo ruim, 85% das vezes em que aparece na Bíblia.

Há treze palavras na inscrição da meretriz de Ap-17(na BKJ). Há treze letras no nome de Judas Iscariotes (na BKJ). Ele é mencionado em Jo-13:11. Em Gl-3:13, Paulo nos fala da -“maldição da lei”. -Dessa maldição somos libertos em At-3:39: “E de tudo o que, pela lei de Moisés, não pudestes ser justificados, por ele é justificado todo aquele que crê”.

Há 39 livros no Velho Testamento (3X13) e no último livro deste, o último verso termina com a palavra maldição(Ml-4:6). Jesus menciona treze tipos de males existentes no coração do homem (Mt-15:19-BKJ). Levítico menciona treze animais imundos. Em Mc-1:13, encontramos Satanás tentando o Senhor Jesus Cristo. O número de chibatadas que se aplicavam no V.T. era de 40 menos uma portanto 39, ou seja 3X 13. São treze os deuses Baal mencionados na Bíblia. O rei da Assíria (um tipo de Anticristo) é mencionado também treze vezes. O número 666 aparece em Es-2:13 referindo-se ao número os filhos de Adonicão, nome que significa “homem da rebelião”. Em Ap-2:13 Satanás é mencionado.

A superstição popular sobre a malignidade do número treze tem fundamento na Bíblia. Os psiquiatras costumam culpar as pessoas de tripsicodecafobia. Paulo escreveu treze epístolas e este fato para nós, os cristãos bíblicos, já é suficiente para neutralizar a malignidade do número treze. As epístolas de Paulo são desprezadas pela Igreja de Roma, especialmente Romanos e Gálatas, porque pregam a salvação exclusivamente pela graça através da fé em Jesus Cristo. A Igreja de Roma, desde a sua fundação por Constantino, o Grande, em 313 d.C., sob a liderança religiosa do apóstata Eusébio de Cesaréia, tem dado ênfase especial aos evangelhos, principalmente ao de Mateus e à Epístola de Tiago. Embora os evangelhos tenham conotação universal, eles foram escritos para os judeus que viviam (e viverão durante a Grande Tribulação) sob o regime da lei, obrigando-se a apresentar fé mais obras. A Epístola de Tiago foi escrita para os judeus na dispersão, a Epístola aos Hebreus para os judeus convertidos, e nós, os gentios, recebemos as epístolas de Paulo, que pregam o evangelho da salvação pela graça através da fé no sacrifício vicário do Senhor Jesus Cristo.

O Livro de Mateus – escrito por um judeu para os judeus – fala da salvação pelas obras e do julgamento final, referindo-se aos judeus que, na Grande Tribulação, terão de apresentar fé mais obras.

Número Vinte Um

Número da revelação Divina, dois mais um é igual a três, sendo o número três o número da Trindade Divina. O profeta Daniel, jejuou 21 dias para receber a revelação de Deus na Babilônia, Veja 21 dias de jejum no livro do Profeta Daniel, no capítulo 10.

Numero Vinte Quatro

Número dos 24 anciãos que adoram a Deus junto ao Trono. Sendo este número escarnecido e blasfemado pelos homens, principalmente no Brasil, devido o diabo tentar e querer profanar tudo que é sagrado ao Senhor. O número 24, pode-se dizer que é um número que mostra a adoração perfeita no céu pelos vinte e quatro anciãos (Ap 4: 10).

Número Quarenta

Este é o número do teste. A primeira vez em que ele aparece é em Gn-5:13, idade de um homem. Ele aparece sem os 800 a ele atados em Gn- 7:4, quando o dilúvio inundou a terra durante quarenta dias e quarenta noites (Gn-7:17). Esaú tinha quarenta anos quando tomou uma esposa errada. Isaque tinha quarenta anos quando recebeu Rebeca por esposa. Os filhos de Israel são testados por quarenta anos no deserto, até que todos os rebeldes tivessem morrido. Moisés passou quarenta dias e quarenta noites jejuando no Monte Sinai, onde recebeu as Tábuas da Lei. Elias jejuou durante quarenta dias e quarenta noites (1ªRs19: 8). Jesus Cristo jejuou quarenta dias e quarenta noites, antes de iniciar o seu ministério terreno. O homem curado em At-4:22, tinha mais de quarenta anos de idade, limite para alguém receber cura, naquele tempo. Daí surgiu o ditado popular: “A vida começa aos quarenta”.

As referências aos filhos de Israel no deserto, onde ficaram por quarenta anos são muitas. Vejam algumas delas em Hb-3:9;17; Núm-14:33,34; Dt-2:7;8:2. De Moisés jejuando por quarenta dias e quarenta noites temos Dt-10:10. A terra de Israel é obrigada a descansar no período de quarenta anos,em Jz-3:11 e 8:28. O sacerdote Eli governou o povo por quarenta anos, conforme Jz-8:28 e em Sm- 14:18.

Saul reinou por quarenta anos (At-13:21) e pelo mesmo espaço de tempo reinaram Davi e Salomão (1ªRs-2:11e11:42). Geralmente esse período de quarenta anos tem sido uma espécie de teste usado por Deus a fim de determinar algo importante no porvir.

Este número deve ter uma profunda significação na vinda do Senhor Jesus Cristo, como os judeus tornaram para Jerusalém dos árabes em 07/06/1967, se juntarmos a essa data quarenta anos teremos 07/06/2007 – ou seja quarenta anos do último teste dado por Deus à sua Igreja para que obedeça o seu “Ide e Pregai”. Porém isto é apenas matemática, ninguém pode marcar datas, pois ninguém sabe a data ou a hora da volta de Cristo.

Número Setenta

Este é o número dos gentios (dez) multiplicado por sete. Os setenta discípulos de Cristo para anunciar o evangelho (Lc 10: 17).

Número Mil

É fácil localizar o número mil. Ele aparece seis vezes no Livro de Apocalipse, dando a entender que existe um período de 6.000 anos, antes que o sétimo dia de descanso (1.000 anos = 1 dia) – o Sábado Milenar – aconteça,c om o regresso do Senhor Jesus Cristo à terra.

Alguns comentaristas costumam dividir as eras de mais ou menos mil anos, conforme os acontecimentos bíblicos e mundiais.

1º Período – De Adão até 3.000 a.C.

2º Período – Do dilúvio até a chamada de Abraão mais ou menos 2000 anos a.C.

3º Período – Dos patriarcas até o Egito/Moisés, posse da Terra Prometida, Juizes, até Davi – 1.000 a.C.

4º Período – Reis, período interbíblico, cativeiro babilônico, até 70 d.C.

5º Período – Igreja, apostasia da Igreja, a metade da Era das trevas, mais ou menos 1.000 anos d.C.

6º Período – Renascença, Reforma até a era da Internet – mais ou menos 1.000 anos, incluindo a União Européia.

7º Período – Reinado Milenar de Cristo.

O sétimo milênio, este em que agora vivemos, bem pode ser o da Segunda Vinda de Cristo. O palco já está pronto. O mundo está cheio de pecados que clamam aos céus. Sodoma e Gomorra eram lugares quase paradisíacos, quando comparados ao mundo atual, que apresenta:

1 – Desprezo pela Palavra de Deus, descrença e apostasia generalizadas, dentro da própria Igreja do Senhor Jesus Cristo.

2 – Domínio político, econômico e religioso do Cristianismo apóstata – a religião mundial, o ecumenismo religioso.

3. Predominância das religiões espíritas. O Hinduísmo, com os seus 330 milhões de deuses, está conduzindo o mundo inteiro à Nova Era.

4 – Fomes, pestes, guerras, violência e imoralidade, em todo o planeta.

5 – Enchentes, terremotos, mistérios no espaço com os OVNIs, etc.

6 – Ciência super avançada, Projeto Genoma, o homem se tornando como Adonicão, isto é, um rebelde contra Deus, tentando anular a Palavra de Deus.

7 – Tecnologia avançada no campo das comunicações, permitindo o controle de todos os habitantes do planeta, através dos computadores, pelo 666.

8 – Depressão econômica nos países ricos (prevista para breve), com os governos em perplexidade, buscando uma solução urgente, mesmo que seja através do próprio diabo – ou seja, do homem da iniqüidade – o 666.

 

http://www.montesiao.pro.br/estudos/teologicos/significado_numeros.html

Os Portugueses podem manifestar a sua “virilidade”…,gritando a uma só voz “Vão todos pró C******”!!

A Expressão em causa, foi considerada um sinal de mera virilidade VERBAL, pelos juizes🙂
«O cabo não deve ser julgado, porque a expressão utilizada é um “um sinal de mera virilidade verbal”.

Foi no dia 4 de Agosto de 2009 que, no gabinete do sargento da GNR que liderava um subdestacamento, o cabo solicitou uma troca de serviço com outro militar. Perante a recusa do seu superior hierárquico, tal como vem descrito no acórdão do Tribunal da Relação, o militar disse: “Não dá para trocar, então pró c…” E de seguida: “Se participar de mim, depois logo falamos como homens.”

A situação em causa evoluiu para uma acusação pelo crime de insubordinação. Segundo uma procuradora do DIAP, “a palavra ‘c…’, proferida pelo arguido, na presença do seu superior hierárquico, de forma alguma, poderia constituir um mero desabafo, antes, indignado, pelo facto de o seu superior não permitir a troca de serviço, visou o arguido atingi-lo na sua honra e consideração”.

“Então existe outro significado para a palavra, ‘c…’ em causa, dita naquele contexto, que não seja injurioso, ofensivo, de afronta, em relação à pessoa a quem é dirigida?”, questiona a mesma magistrada.

Os juízes desembargadores Calheiros da Gama e o juiz militar major-general Norberto Bernardes tiveram entendimento diferente, mantendo a decisão do juiz de instrução que decidiu não levar o arguido a julgamento.

E para fundamentar tal decisão, os desembargadores fazem uma extensa análise da expressão “prò c…” que, no fundo, era o que estava em causa no autos. Concluíram que há contextos em que a utilização da expressão não é ofensiva, mas sim um modo de verbalizar estados de alma. Um pouco de história: “Para uns a palavra ‘c…’ vem do latim caraculu que significava pequena estaca, enquanto que, para outros, este termo surge utilizado pelos portugueses nos tempos das grandes navegações para, nas artes de marinhagem, designar o topo do mastro principal das naus, ou seja, um pau grande. Certo é que, independentemente da etimologia da palavra, o povo começou a associar a palavra ao órgão sexual masculino, o pénis.”

Porém, continuam os juízes, “é público e notório, pois tal resulta da experiência comum, que ‘c…’ é palavra usada por alguns (muitos) para expressar, definir, explicar ou enfatizar toda uma gama de sentimentos humanos e diversos estados de ânimo. Por exemplo ‘prò c…’ é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno de mais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas (‘chove pra c…’; ‘o Cristiano Ronaldo joga pra c…’; ‘moras longe pra c…’; ‘o ácaro é um animal pequeno pra c…’; ‘esse filme é velho pra c…’)”.

Mas há mais jurisprudência sobre a matéria: “Para alguns, tal como no Norte de Portugal com a expressão popular de espanto, impaciência ou irritação ‘carago’, não há nada a que não se possa juntar um ‘c…’, funcionando este como verdadeira muleta oratória.”

Tendo presente tais considerações, mais o facto de se ter dado como assente que o cabo e o sargento – apesar da distância hierárquica – manterem uma relação de proximidade, sem muitas regras formais, a Relação de Lisboa decidiu não levar o militar a julgamento pelo crime de insubordinação.»

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1713684

Palavras para kê…

Uma amostra de Portugal de hoje…Que Portugal teremos no futuro??? Tu tens a tua parte de culpa. Os teus filhos,  que irão pagar os erros de hoje, que dirão da tua acção?

Era bom que o PM e a sua Comunicação Social pudessem dizer que é mentira  mais este tacho  que segue por mail para os Portugueses…

Será que a verdadeira informação, chega agora só por mail, aos Portugueses?

 Já Ninguém estranha, Ninguém quer saber…

 No fim sabe-se que saber ou não saber, já não resolve nada…

Comunicação Social devia ser o Árbito da DEMOCRACIA, mas como sabemos as arbitragens sejam desportivas ou politicas,  também já não se conta com elas…

SER PORTUGUÊS é ESTAR SÓ…

»Sabe quem é António Pinto de Sousa?(Os tachos que eles inventam!)
Este aqui é mais um todo poderoso.

Pois fiquem a saber que é o novo responsável pelo Gabinete de Comunicação e
Imagem do IDT (Instituto da Droga e Toxicodependência)!

Tem competência atribuída para empossar quem quiser, independentemente da
sua qualificação académica e profissional, para os cargos dirigentes do
Instituto, contrariando os próprios estatutos do IDT.

E porquê o “Toni”? Perguntarão.
Perguntam e perguntam muito bem.
Não é irmão dos “maçons” Teixeira dos Santos ou Vítor Constâncio.

É MESMO o irmão de José Sócrates.

Esclarecidos? Eu também.

SÓ QUE POUCA GENTE SABE QUE ESTE CAVALHEIRO SE TEM DESLOCADO A ESPANHA PARA
TRATAMENTOS DA SUA PRÓPRIA DESINTOXICAÇÃO!.

O Instituto não podia ter melhor imagem !

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O email é um dos seus instrumentos de trabalho?

Que poderia dizer hoje, do mundo presente?
Que aquilo que se prega é  unicamente para se obter  resultado inverso.

Enquanto cresci, sentia que existia respeito por tudo e todos.
As pessoas de raças diferentes eram apreciadas. Saber usos e costumes do mundo, era dignificante…
Os animais e plantas, eram respeitados pela grande maioria das pessoas. Talvez porque cultivavam, criavam ,consumiam ou porque os vendiam para sobrevivência das familias. Outros apenas viam na “natureza”, parte da Criaçao de Deus e respeitavam-na, sem questionar…

As religiões ou credos, não eram discutidos com intuito de ofender mas sim de se conhecer as diferenças
“Deus”, era único em todos os povos e religiões. Apenas pelo aspecto cultural, ganhou vários nomes, dependendo apenas disso…

Com o Tempo, fomos sendo ENCARCERADOS em leis, para omissão da ganância do homem comum e do homem híbrido , conhecido pelos instintos de hiena. Ambos precisavam de motivos de distração, para se engradecerem materialmente e nada melhor que levar o mundo ao medo, ódio e intolerância. O CAOS para não verem o que realmente se “programava”.

Essa necessidade, de se conseguir um mundo verdadeiramente INJUSTO, foi obtido á custa da criação de LEIS de Justiça, mascarando assim a verdadeira intenção de quem o foi governando até hoje…

Hoje sabemos que a tolerância está por um fio em quase todas as culturas.
Hoje sabemos que a intenção da maior parte do mundo governativo é causar o ódio, instabilidade, xenofobias, racismos, injustiças e fraudes afim de poderem ser uma pequena elite que virá a escravizar de novo o mundo.

Que te pederia hoje, se eu fosse “Alguém”?:
Que respeites cada vez mais o emigrante e o imigrante. Que aceites as suas dferenças
Que respeites a religião e condição de cada um
Que ajudes o teu próximo
Que não te moldes à mentira que as leis dos governantes querem encobrir
Que vivas em Paz e sem medo porque morrer é a única certeza que temos
Que vivas para deixar um mundo melhor para os teus descendentes
Que não entres em lítigios por sexo, raça, religião,cultura ou credos
Que aprendas a dar a outra face…

Que sejas feliz, observando e dominando os instintos irracionais que comandam o mundo, que tentam ser o exemplo de tudo o que a LEI de Deus, retratada nos Pilares de Salomão, como a Lei do Equilibrio entre os opostos, seja NADA.

No fim, vivemos “encarcerados em Leis” para perdermos a única LEI que nos deveria reger , A LEI de SER-SE HUMANO…A Lei de Deus, A tua Lei, a tua Alma, o teu Coração os teus Sentidos…O TEU SENTIR!!!
Os teus sonhos…

melita

Levítico
18:22 -Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;

O País que temos?
Ezequiel
14:13 – Filho do homem, quando uma terra pecar contra mim, se rebelando gravemente, então estenderei a minha mão contra ela, e lhe quebrarei o sustento do pão, e enviarei contra ela fome, e cortarei dela homens e animais.

OS PILARES DE SALOMÂO: REPRESENTAM O EQUILIBRIO;A LEI DO UNIVERSO;A LEI DIVINA a não quebrar.
entrada do Templo da sabedoria é simbolizada por dois pilares ou duas colunas. A Bíblia menciona literalmente em seu Livro dos Reis, os pilares erigidos pelo Rei Salomão na entrada de seu Templo.
O simbolismo dos dois pilares representa a oposição que existe na natureza. Esses pilares, em sua aparência, são opostos entre si, mas esotericamente, duas condições produzem necessariamente uma terceira, e esta última, cumpre uma função intermediária e, assim, a oposição aparente dos dois pilares é harmonizada por essa nova condição. Essa é a lei do equilíbrio, que é a de conciliar os opostos. O bem e o mal, a vida e a morte, a ser e a substância, o espírito e a matéria, constituem as oposições da vida representadas pelos dois pilares. Cabe ao buscador sincero reconhecer esses opostos e encontrar entre eles o que pode explicar suas oposições aparentes e também o que pode estabelecer a harmonia entre eles.

A oposição que por instantes parece destruir o equilíbrio faz surgir leis menos conhecidas da força universal, difusas de maneira invisível dentro do conjunto.

Os pilares do Templo de Salomão devem ser considerados como a representação dos contrastes ou das oposições da vida.

que “toda força requer uma resistência; toda luz, uma sombra; toda convexidade, uma concavidade; tudo que escorre, um receptáculo; todo soberano, um povo. A afirmação se confirma pela negação. O forte so triunfa pelo contraste com a debilidade do fraco.” Esses contrários manifestam a lei da dualidade e caracterizam todo tipo de vida.

Esta lei dos contrários ou oposição fundamental visível por toda a parte e manifesta exemplos conhecidos, como o bem e o mal, o homem e a mulher, a razão e a lei, Caim e Abel, é a destruidora aparente do equilíbrio. Ela torna necessário um terceiro pilar, ou seja, uma condição igualmente fundamental, mas não manifesta, indispensável para conciliar essas oposições existentes para reuni-las em uma nova unidade harmoniosa. Essa terceira condição é a lei do equilíbrio. Não se pode penetrar neste Templo da Sabedoria a não ser trazendo a diversidade representada pelos pilares que são as oposições da vida, conduzidas à unidade por meio de um termo conciliador que é a lei do equilíbrio

www.salteadoresdaarca.com

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