
HISTÓRIA ANTIGA
Não é claro se as mulheres na Grécia usavam roupa interior.
As mulheres Romanas usavam panos que envolviam os seios feitos de pele suave. Aparentemente também usavam e possivelmente algo semelhante às cuecas. Qualquer peça de vestuário usada terá sido feita de lã ou de linho. Apenas as classes mais altas tinham possibilidades de usar seda importada.
IDADE MÉDIA E RENASCENÇA As mulheres da época Medieval geralmente usavam um vestuário justo ao corpo. A camisa tinha como a função de proteger a roupa do suor e óleos corporais. Durante o século 16, também era popular usar uma estrutura para dar forma às saias. Os espartilhos começaram a ser usados por volta desta altura. Estes eram muito desconfortáveis de usar, e causavam muitas vezes problemas de saúde. Estes corpetes eram de linhas direitas e espalmavam o peito.
No século XVIII, as mulheres começaram a usar espartilhos mais confortáveis. O espartilho permaneceu popular entre as mulheres aristocratas até ao século XIX, quando o design foi modificado para ajustar mais ainda o tronco. Um pouco de peito à mostra começou a ser símbolo de beleza e os corpetes eram feito de aço para assegurar este efeito. Isto causava grande dor à maior parte das mulheres, e por vezes, causava danos a órgãos internos e ossos. Mais tarde estes espartilhos deixaram de envolver e apertar a zona dos seios. ERA INDUSTRIAL A roupa interior standard no fim do século XIX que tanto homens, mulheres ou crianças usavam era o fato-macaco ” union suit” que cobria o corpo como uma segunda pele. O aparecimento das “crinolines”, estrutura de ferro para as saias, tornou-os necessários por questões de modéstia e aquecimento.
SÉCULO XX Nos anos 50 e 60 a roupa interior da mulher começou a enfatizar os seios em vez da cintura. Esta década viu a introdução dum soutien com copas pontiagudas. Nesta altura introduziu-se também o soutien push-up. Ao mesmo tempo, as cuecas das mulheres começaram a ser cada vez mais coloridas e decorativas.
As collants tiveram a sua primeira aparição em 1959 inventadas por Glen Raven Mills da Carolina do Norte.
Mais tarde lançaram também as collantes sem costuras empurradas pela popularidade da mini-saia. A moda da roupa interior amadureceu nos anos 70 e 80 e os anunciantes esqueceram o conforto e durabilidade. Sex appeal começou a ser o ponto de venda mais importante, tornando-se a última fronteira antes da nudez. Artistas dos anos 80 como Madonna e Cyndi Lauper levaram lingerie para as suas actuações, muitas vezes usando roupa interior como tops ou outro tipo de peças de vestuário.
Mais tarde, nos anos 90, as popstars do hip hop popularizaram um estilo similar, usando calças de ganga descaídas expondo assim a roupa interior. Finalmente, a tanga, esta apesar de sempre ter sido usada pelas dançarinas exóticas, a tanga ganhou a sua primeira popularidade no Brasil, nos anos 80, originalmente como fato de banho. Por volta dos anos 90 o design segue o seu percurso a tanga tornou-se popular no mundo Ocidental.
Hoje em dia a tanga é um dos estilos mais vendidos entre as mulheres e está a ganhar popularidade entre os homens.




