«A morte e o caminho para a morte são hoje infelizmente um sofrimento», afirmou o artista de 39 anos, numa entrevista concedida à edição electrónica do diário Die Welt.
«A realidade da morte nos hospitais alemães, nas unidades de cuidados intensivos e nos blocos operatórios é cruel. É aí que está o escândalo», acrescentou o artista, que diz ter desenvolvido esta ideia desde 1996.
Gregor Schneider, que se tornou célebre na Bienal de Arte de Veneza em 2001, ao obter o Leão de Ouro, falou pela primeira vez do seu projecto a 17 de Abril, na revista de arte The Art Newspaper.
«Quero expor uma pessoa a morrer de morte natural ou alguém que tenha mesmo acabado de morrer», sublinhou.
O artista precisou que procura alguém «que dê previamente a sua autorização para tudo» e assegurou que está «em contacto com um coleccionador de arte (…) que não se consegue determinar quando morrerá».
Schneider quer realizar esta instalação específica numa sala do museu Haus Lange de Krefeld (oeste da Alemanha), um edifício construído entre 1928 e 1930 de acordo com os planos de Ludwig van der Rohe.
«Um artista pode dar o seu contributo construindo locais humanos para a morte, onde as pessoas possam morrer com dignidade».
O seu anúncio suscitou polémica, nomeadamente na Renânia, na Vestefália do norte, região na qual quer realizar o seu projecto.
A morte continua a ser um tabu na nossa sociedade, sublinhou o secretário de Estado para a Cultura da Região, Hans-Heinrich Grosse-Brockhoff, «mas, por causa disso, vou expor a morte real?», interrogou-se.
Gregor Schneider celebrizou-se quando instalou em Hamburgo uma réplica da Kabaa, um edifício situado no centro da Grande Mesquita de Meca, para a qual os muçulmanos se viram para rezar.
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«Quero expor uma pessoa a morrer de morte natural ou alguém que tenha mesmo acabado de morrer», sublinhou.
O artista precisou que procura alguém «que dê previamente a sua autorização para tudo» e assegurou que está «em contacto com um coleccionador de arte (…) que não se consegue determinar quando morrerá».
Schneider quer realizar esta instalação específica numa sala do museu Haus Lange de Krefeld (oeste da Alemanha), um edifício construído entre 1928 e 1930 de acordo com os planos de Ludwig van der Rohe.
«Um artista pode dar o seu contributo construindo locais humanos para a morte, onde as pessoas possam morrer com dignidade».
O seu anúncio suscitou polémica, nomeadamente na Renânia, na Vestefália do norte, região na qual quer realizar o seu projecto.
A morte continua a ser um tabu na nossa sociedade, sublinhou o secretário de Estado para a Cultura da Região, Hans-Heinrich Grosse-Brockhoff, «mas, por causa disso, vou expor a morte real?», interrogou-se.
Gregor Schneider celebrizou-se quando instalou em Hamburgo uma réplica da Kabaa, um edifício situado no centro da Grande Mesquita de Meca, para a qual os muçulmanos se viram para rezar.
Gregor Schneider, Bondi Beach 2007





tb me chamou tremendamente a atençao uma exposiçao com um galgo (cao da raça) que estava as portas da morte por sub nutriçao e NINGUEM foi capaz de lhe dar de comer ou de o solta lo…
[...] que deixou morrer um cão à fome e sede numa bienal de arte, e mais recentemente a de um alemão que considera como sendo arte moderna colocar um idoso moribundo numa sala de exposiçõe… juntamente com as outras de peças de arte. Este tipo de tendência “artística” pode ter duas [...]
r.filgueira,
A consciência do “belo” e da “Vida” desaprecem a cada segundo.
A Arte…acho que esgotaram a criatividade e hoje tudo é arte…nem que seja ver a morte de alguém…
Desumanização no seu pleno…e chamada de ARTE.
Um beijo
GOSTARIA MUITO DE EXPOR SOU ARTISTA PLASTICO…
PARA O ANO DE 2009 …
POR FAVOR MANDE A RESPOSTA POR E-MAIL..
GRATO…