É uma gestão virada para os números e para a contenção das despesas. Em que os profissionais de saúde não estão motivados, não têm boas condições de trabalho, logo o doente não pode ser o centro das atenções.
Aumenta-se o horário de trabalho de 35 para 40 horas, a celebração de contratos de trabalho a termo certo de um ano com enfermeiros que exercem funções há seis, sete ou mais anos, é uma vergonha e leva a “não valorização dos enfermeiros qualificados”.
Além da insuficiência de enfermeiros, há falta de medicamentos, de leites e papas, de fraldas de diversos tamanhos, de material clínico de consumo corrente – como cateteres – e até de cadeirões para os familiares acompanharem os internados.
Os Hospitais atravessam graves carências materiais e humanas.





