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O Imperador Constantino
O cristianismo nasceu para sustentar o poder totalitário do Imperador Constantino que, por oportunismo, o transformou em religião de Estado, um privilégio cuja nostalgia a ICAR não consegue disfarçar. Constantino deveu a unidade do seu Império ao cristianismo e este recebeu dele o poder que lhe permitiu a expansão e, quantas vezes, a destruição da concorrência. O concílio de Niceia foi convocado pelo próprio Imperador, depois da oportuna conversão, e aí fez aprovar dogmas que ainda hoje a ICAR explora.
Sabe-se que a conversão de Constantino foi uma farsa, pois nunca deixou de invocar o «Invencível Sol». Mas o que é a fé senão uma farsa que, à força de repetida, acaba por se acreditar nela?
Já quanto ao hábito de mandar supliciar e assassinar os seus inimigos políticos, hábito que manteve até à morte, pode ter-se tratado de uma genuína conversão ao cristianismo ou, pelo contrário, de uma prática própria que deixou como herança. De qualquer modo a ICAR, como reconhecimento, canonizou-o. Não foi o primeiro patife e, nos últimos tempos, o bando tem aumentado.
«… À vista destes factos, quais são as obras de Deus? Quais os seus homens? Quem manda ele para nos dirigir e resgatar? Inácio de Loiola, que ensinou à Humanidade a arte de sofrer e ser cadáver; Torquemada, que inaugurou a Inquisição da Espanha, encarcerando, degolando e queimando muitos milhares de cidadãos prestantes; Carlos 9º e Catarina de Médicis, que, em uma noite apenas, cobriram de sangue as ruas de Paris, matando e afogando cegamente o seu povo indefeso;»
«Tomás da Fonseca (Sermões da Montanha ‘extracto’)».
http://www.ateismo.net/diario/2004/10/o-imperador-constantino.php






Ser Católico e contribuir para a farsa de uma igreja instituida por um imperador. E se Cavaco instaurasse a sua igreja para unificar Portugal, para que todos tivéssemos a mesma forma de pensar? É claro que todos acharíamos ridículo. Simplesmente o facto de dizer que se é católico é uma afronta à inteligência humana.
Miguel,
Para mim Deus é a unificação. Ser aquilo que se for não tirará nem acrescentará mais fé a uns que a outros…
O principio da vida e das religiões, deveria ser o respeito pelos outros, incluindo nisso religiões, etc
A ideia de que uns estão certos e outros errados é um pouco de prepotência de quem assim pensa
Um abraço
Volta sempre
melita